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Sex, Jul
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Projeto Rural Sustentável - Cerrado inicia cadastramento na próxima segunda, 15

Financiado pelo governo do Reino Unido, projeto atuará em 100 municípios de GO, MG, MT e MS com a implantação de agricultura de baixa emissão de carbono

Produtores e produtoras rurais, instituições de ensino superior e de pesquisa e desenvolvimento, estudantes do ensino técnico e superior, escolas de ensino médio e fundamental, organizações produtivas (como cooperativas e associações), gestores públicos, além de técnicos e técnicas rurais e entidades de assistência técnica do setor público e/ou privado (as ATERs). Todos esses atores dos estados de Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul podem, a partir da próxima segunda-feira, 15/06, se cadastrar no Projeto Rural Sustentável – Cerrado. É o primeiro passo para que esse público receba informações sobre o funcionamento do projeto e como se envolver.

Será oferecido apoio às organizações de produtores(as) a fim de fortalecer a organização produtiva e a comercialização da produção agrícola sustentável. Ações de conscientização, formação, capacitação e pesquisa também serão desenvolvidas, além de ações e incentivos coletivos, tanto diretamente às instituições, quanto, a produtores e produtoras, com a facilitação do acesso ao crédito por meio de instrumentos financeiros disponíveis no Brasil e/ou no mercado internacional.

Sobre o Projeto

Durante 4 anos, com investimentos que ultrapassam R$ 100 milhões, o Projeto Rural Sustentável – Cerrado objetiva implantar práticas agrícolas de baixa emissão de carbono, a partir dos sistemas de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) e da Recuperação de Pastagens Degradadas (RPD). A atuação conjunta dos diversos públicos envolvidos buscará soluções sustentáveis, junto a milhares de produtores e produtoras rurais, para otimizar o uso da terra, diversificar renda, aumentar a produtividade, reduzir a pressão por abertura de novas áreas com vegetação nativa, além de mitigar as emissões de gases de efeito estufa.

Somos financiados pelo Fundo Internacional para o Clima do Governo do Reino Unido, em cooperação com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), tendo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) como beneficiário institucional. O Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Sustentabilidade (IABS) é o responsável pela execução e administração do projeto e a Associação Rede ILPF, por meio da Embrapa, é a responsável pela coordenação científica e apoio técnico.
Assessoria de Imprensa PRS - Cerrado
Mariana Resende
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+ 55 61 99618-3422 / 61 98405-3943

Um caso que está chocando o mundo aconteceu em Minneapolis, uma cidade do estado do Minnesota, nos Estados Unidos. Um vídeo, divulgado nas redes sociais, mostra a operação policial em que um agente imobiliza George Floy , um homem negro que foi desarmado pelo policial Derek Chauvin! Com um joelho em cima da garganta de Floy , o policial asfixiou-o provocando a sua morte. Os quatro polícias envolvidos foram despedidos na madrugada de quarta-feira
E dever de todos, lutar pela efetivação dos direitos humanos !
A Lei dos Direitos Civis de 1875 proibiu a segregação racial, mas mesmo assim , a discriminação e a segregação vem ocorrendo há séculos, nas Américas. Infelizmente a ideologia da supremacia branca tem produzido violência sistematizada contra negros.
No sul dos Estados Unidos, a partir de 1876, aprovaram-se leis de segregação em escolas, transportes públicos, locais públicos, restaurantes, hotéis, teatros e em todos os locais da esfera pública. Tais leis foram legitimadas pelo poder executivo e pela Suprema Corte norte-americana, . A população negra ficou privada de direitos fundamentais básicos, essenciais para a existência humana. Nesse triste e lamentável contexto, o negro não era reconhecido como pessoa humana, uma vez que nem mesmo tinha direito ao voto, educação, saúde, e reconhecimento, questões fundamentais para a vida. A violência aos negros não tinha limites. Os brancos praticavam à luz do dia, todo tipo de violência contra os negros até linchamento público!O desprezo, a crueldade e a desumanização são traços que marcam a vida dos negros há centenas de anos naquele grande e próspero país.
A luta contra as leis de segregação foi intensa, duradoura e corajosa: associações e movimentos, além de personagens importantes, como Martin Luther King, lutaram incansavelmente para que tais leis fossem revogadas e eliminadas da legislação. Apenas no ano de 1954 é que a Suprema Corte americana reconheceu que segregação em escolas públicas era incompatível com a Constituição. Contra a vontade dos brancos do Sul, a Lei dos Direitos Civis de 1964 foi implementada e deu continuidade a desagregação, seguida pelo direito ao voto, em 1965. Evidentemente, trata- se de uma relevante conquista, se considerarmos o fato de que o racismo, embora continuasse presente, não tinha agora o apoio da Lei. Havia ainda muito caminho a ser percorrido. A luta estava apenas começando.
A Declaração de 1948 é fundamento básico e influente na luta contra o racismo. Já no ano de 1965, a Organização das Nações Unidas (ONU) adotou a Convenção Internacional sobre a eliminação de todas as formas de discriminação racial. Essa convenção tem enfatizado, que “qualquer doutrina de superioridade baseada em diferenças raciais é cientificamente falsa, moralmente condenável, socialmente injusta e perigosa, inexistindo justificativa plausível para discriminação racial”.
Os entraves sociais provocados pelas leis de segregação racial nos EUA e o virulento racismo delas decorrente só começariam, de fato, a ser ao menos parcialmente resolvidos como os movimentos de luta pelos direitos civis dos negros. Um dos líderes desses movimentos tornou-se símbolo dessa luta: Martin Luther King Jr . No dia 28 de agosto de 1963, em Washington, no famoso discurso “Eu tenho um Sonho”, Martin Luther King afirmou: “Não haverá descanso nem tranquilidade na América enquanto ao negro não forem concedidos seus direitos de cidadão. Os turbilhões da revolta continuarão a abalar os alicerces do nosso país até emergir o dia luminoso da justiça”.
Neste momento, o mundo está enfrentando uma grande batalha contra o covid-19 ! Com a ajuda de Deus venceremos mais esta batalha, assim como muitas ,de toda espécies, já foram vencidas , em tempos passados !
Precisamos continuar batalhando por um mundo melhor ,onde haja mais justiça ,mais igualdade , quesitos essenciais para uma sociedade democrática e promoção da dignidade humana.
Liberdade , igualdade entre raças, direito de ir e vir, liberdade de expressão deverão ser a marca principal da nossa nação brasileira !

Até a próxima!

A quinta geração de internet móvel, 5G, que entrou em operação recentemente em algumas cidades do Reino Unido, tem gerado questionamentos sobre eventuais riscos da radiação à saúde.

A tecnologia 5G ainda está em fase de testes no Brasil

 

O que tem de diferente no 5G?

Assim como as tecnologias móveis anteriores, as redes 5G dependem de sinais transportados por ondas de rádio - parte do espectro eletromagnético - transmitidas entre uma antena e o seu telefone celular.

Estamos cercados o tempo todo de radiação eletromagnética - provenientes de sinais de rádio e televisão, assim como de uma série de tecnologias, incluindo smartphones, e de fontes naturais, como a luz solar.

O 5G usa ondas de frequência mais altas do que as redes móveis anteriores, permitindo que mais dispositivos tenham acesso à internet ao mesmo tempo e numa velocidade mais rápida.

Essas ondas percorrem distâncias mais curtas pelos espaços urbanos, de modo que as redes 5G exigem mais antenas transmissoras do que as tecnologias anteriores, posicionadas mais perto do nível do solo.


 A tecnologia 5G já é realidade na Coreia do Sul desde abril
Quais são as preocupações?

A radiação eletromagnética usada por todas as tecnologias de telefonia móvel levou algumas pessoas a se preocuparem com o eventual aumento dos riscos à saúde, incluindo certos tipos de câncer.

Em 2014, a Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou que "não foi constatado nenhum efeito adverso à saúde causado pelo uso de telefones celulares".

No entanto, a OMS junto à Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (IARC, na sigla em inglês) classificaram toda radiação de radiofrequência (da qual os sinais de celular fazem parte) como "possivelmente cancerígena".

Ela foi inserida nesta categoria porque "há evidências que não chegam a ser conclusivas de que a exposição pode causar câncer em seres humanos".

Comer legumes em conserva e usar talco em pó, por exemplo, é classificado com o mesmo nível de risco. Já a ingestão de bebidas alcoólicas e o consumo de carnes processadas é colocado numa categoria de risco maior.

Um relatório de toxicologia divulgado em 2018 pelo Departamento de Saúde dos EUA, citado por aqueles que têm receio em relação à nova tecnologia, mostrou que ratos machos expostos a altas doses de radiação de radiofrequência desenvolveram um tipo de tumor cancerígeno no coração.

Para este estudo, o corpo dos ratos foi exposto à radiação de telefones celulares durante nove horas por dia todos os dias durante dois anos, mesmo antes de nascerem.

Não foi identificada nenhuma associação com o câncer no caso das fêmeas ou camundongos analisados. E foi constatado, inclusive, que os ratos expostos à radiação viveram mais tempo que os do grupo controle.

Um cientista que participou da pesquisa afirmou que "a exposição usada nos estudos não pode ser comparada diretamente à exposição que os seres humanos são submetidos quando usam telefone celular", mesmo em relação a quem usa muito.

Frank De Vocht, que oferece consultoria ao governo sobre segurança de telefonia celular, diz que "embora algumas pesquisas sugiram uma possibilidade estatística de aumentar os riscos de câncer para quem usa muito (celular), até agora a evidência de uma relação causal não é suficientemente convincente para sugerir a necessidade de uma ação preventiva".

Há, no entanto, um grupo de médicos e cientistas que escreveram para a União Europeia pedindo a suspensão do lançamento da rede 5G.


As ondas de rádio são não ionizantes

A banda de onda de rádio - usada em redes de telefonia celular - não é ionizante, "o que significa que não tem energia suficiente para separar o DNA e causar danos celulares", afirma o pesquisador David Robert Grimes, especializado em câncer.

Nos níveis mais altos do espectro eletromagnético - ou seja, muito acima das frequências usadas pelos telefones celulares - há riscos claros de exposição prolongada à saúde.

Os raios ultravioletas do Sol se enquadram nessa categoria prejudicial à saúde e podem levar, por exemplo, ao câncer de pele.

Há limites rigorosos para exposição a níveis de radiação de energia ainda mais altos - como os exames de raios-X e raios gama -, que podem provocar efeitos nocivos no corpo humano.

"As pessoas estão compreensivelmente preocupadas com a possibilidade de elevar o risco de câncer, mas é crucial observar que as ondas de rádio são muito menos fortes do que a luz a que estamos expostos todos os dias", diz Grimes.

"Não há evidência confiável", diz ele, "de que os telefones celulares ou redes sem fio causem problemas de saúde."


Devemos nos preocupar com as antenas?

A tecnologia 5G exige uma série de estações-base novas - ou seja, de antenas que transmitem e recebem sinais de telefones celulares.

Mas, uma vez que sejam instalados mais transmissores, essencialmente, cada um pode operar com níveis de energia mais baixos do que a tecnologia 4G, o que significa que o nível de exposição à radiação das antenas de 5G será menor.

As diretrizes do governo do Reino Unido sobre as estações-base de telefonia móvel preveem que os campos de radiofrequência em locais normalmente acessíveis ao público são bem inferiores aos níveis recomendados.


E os riscos de aquecimento?

Parte do espectro 5G permitido pelas diretrizes internacionais está dentro da faixa de micro-ondas.

As micro-ondas geram calor nos objetos pelos quais passam.

No entanto, nos níveis utilizados pelo 5G (e tecnologias móveis anteriores), os efeitos do aquecimento não são prejudiciais, explica o professor Rodney Croft, consultor da Comissão Internacional de Proteção contra Radiação Não Ionizante (ICNIRP, na sigla em inglês).

"O nível máximo de radiofrequência que alguém pode ser exposto pelo 5G (ou qualquer outro sinal em áreas comunitárias em geral) é tão pequeno que nenhum aumento de temperatura foi observado até agora."


Limites à exposição

O governo do Reino Unido diz que "embora seja possível haver um pequeno aumento na exposição geral às ondas de rádio quando o 5G for introduzido à rede existente, a expectativa é que a exposição geral permaneça baixa".

A faixa de frequência dos sinais 5G que serão introduzidos está dentro da banda não-ionizante do espectro eletromagnético e bem abaixo daqueles considerados prejudiciais pela ICNIRP.

"A exposição que o 5G vai gerar foi analisada em profundidade pela Comissão Internacional de Proteção contra Radiação Não Ionizante, e as restrições foram estabelecidas bem abaixo do menor nível de radiofrequência relacionada ao 5G que demonstrou ser nociva", destaca Croft.

A Organização Mundial da Saúde afirma que a exposição a frequências eletromagnéticas abaixo dos limites recomendados pelas diretrizes da comissão não parece ter nenhuma consequência conhecida sobre a saúde.

Cota atingida no dia 24 de março não era vista há 3 anos e meio.

 

No relatório divulgado pelo operador nacional de sistema elétrico, o nível do reservatório do Lago de Furnas aparece com volume útil de 57,62% e com nível de 762,29 metros, cota que ultrapassou os 750 metros estabelecidos pela Agência Nacional das Águas – ANA.

A cota 762 trouxe alívio para moradores, empresários e autoridades, já que, mesmo com alto índice de chuvas do início do ano, estavam sendo levantadas suspeitas de que a água da represa estava sendo desviada para outros fins. A desconfiança foi confirmada quando em um documento, enviado por Furnas, ao Senado, o órgão afirmava que a água do lado, além de abastecer outras 11 usinas, estava sendo desviada para a Bacia Paraná/Tietê.

“Eu espero muito que Furnas, que o operador nacional de sistemas e as autoridades de uma maneira geral tenham a compreensão de se manter o nível dessa água e nós vamos continuar cobrando, continuar trabalhando para que essa realidade possa persistir”, afirmou o senador Rodrigo Pacheco.

“Precisamos continuar vigilantes, já que se trata de uma cota que a qualquer momento, se abrirem a represa e os vertedouros , consequentemente as águas do Mar de Minas diminuirão”, disse o deputado Professor Cleiton Oliveira.

O prefeito de Boa Esperança e atual presidente da Associação dos Municípios do Lago de Furnas – Alago, Hideraldo Henrique, “nós queremos muito mais, para que no tempo da seca possamos usufruir do nosso Lago de Furnas, de maneira sustentável”, disse.

“Nós recebemos essa notícia com muita alegria, pois é o mínimo que nós tínhamos que fazer, ou seja, deixar uma cota mínima para que dê segurança aos investidores, para que eles possam retomar seus investimentos e para que os municípios possam retomar suas atividades da gastronomia, da hotelaria. Nós esperamos que isso seja mantido. Precisamos que ainda seja preservado esse volume e que ele suba mais, pois assim toda região fomenta suas economias. Queremos ressaltar ainda que continuaremos vigilantes e lutando sempre pelo lago, um dos maiores patrimônios do povo mineiro”, disse o vereador de Varginha, Leonardo Ciacci, que vem trabalhando em defesa da cota mínima.

 

 

Dificuldades

 

O Lago de Furnas abrange 34 cidades mineiras numa extensão de 1.406 quilômetros quadrados, sendo um dos maiores lagos artificiais do mundo – a orla do lago tem 3.500 quilômetros de perímetro e é quatro vezes maior que a Baía de Guanabara. Mas, nos últimos anos, o que era para ser um mar de água doce hoje, infelizmente, se tornou um cenário de abandono e de pouco caso por parte do Poder Público Federal. Hotéis, pousadas, ranchos e outros empreendimentos turísticos e náuticos sucumbiram diante do baixo volume de água do lago e houve queda no número de visitantes.

 

Mais de 300 empreendimentos foram construídos às margens do Lago de Furnas desde a sua criação. Na época, foi necessário inundar uma grande quantidade de terras, o que forçou a retirada de 35 mil pessoas das regiões que ficaram inundadas.

Fonte: Correio do Sul

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