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Sáb, Jan
ptenfres

Feliz Ano Novo !

É uma saudação conhecida desde tempos imemoriais!
Vamos saudar nossos familiares , amigos e conhecidos com esta simples saudação, com muito pensamento positivo!Acredito tanto nesta saudação ,que desejo a todos os: meus amigos , familiares , leitores e parceiros do Jornal da Canastra um Feliz Ano Novo!
Apesar dos pesares ,com tanto sofrimento nestes tempos de pandemia , todos com muito medo de pegá-la , acredito positivamente que o Ano de 2021 será um ano bem melhor, do ano que se findou!


Como diz o ditado:
“Depois da tempestade vem a bonança”!


Acredito que esta tempestade, esta pandemia ,que já se está passando teremos um Ano Novo, bem melhor , mais espiritualista e mais saudável !
Sei que todos estão apreensivos e fartos de tanta notícias sobre esta pandemia! Não vim aqui comentar sobre esta pandemia ,mas sim desejar que apesar de toda esta agonia, insegurança e medo da morte ,nestes momentos tão cruciais que estamos passando vamos tirar um bom proveito de tudo isto !
-Mas ,como tirar aproveito de momentos tão difíceis, perguntaria você?
-Eu digo que não existe maior aprendizado, por aquilo que estamos passando e sofrendo !Todo este sofrimento nos lapidam, nos tornam mais humanos e mais caridosos !


Este sentir , este sofrimento agora , neste espaço de tempo, fazem-nos mais caridosos , mais humanos para com o próximo, e isto é tudo de bom que temos!Este sentimento de carinho, de amor para com o próximo torna o nosso mundo mais humano, mais feliz e a Paz paira sobre nossos corações!


Esta pandemia veio para frear nosso instinto , nossa correria que não nos deixavam ter calma , ter paz ! Precisávamos de um tempo de reflexão, de pensar sobre nossa vida !


Por isto, convido a todos para pensar e refletir, no agora, no momento presente, juntamente com nossa família, dando atenção a ela que precisam de nós ,de nosso apoio e ajuda !

Quantas pessoas, quantas famílias em nossa volta, estão passando necessidades , sofrendo , com a falta de emprego, sem dinheiro para suas necessidades ou sofrendo pelos vícios e drogas!


Tenhamos muita fé, compaixão para doar nossos serviços em favor de nossos irmãos que estão sofrendo!
Fé, amor , e caridade são as palavras mágicas no momento atual
Temos que acreditar em um mundo, mais humano, e melhor depois dessa pandemia, com uma sociedade mais justa, empática e solidária..

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Já estamos passando por esta tempestade! Acreditem!
Oremos meus conterrâneos ! A fé remove montanhas !
Que a nossa fé em Cristo seja muito grande neste momento !
Somente Cristo nos revigorará ,nestes momentos de tantas incertezas!
Sejamos luz , nas trevas !

 

“Que a Paz, a Saúde e o Amor estejam presentes em todos os dias em sua vida ,neste Ano Novo que se inicia”!
Obrigado leitores , amigos e parceiros por ter ajudado o nosso 2020 acontecer!
Apesar dos desafios, chegamos ao fim do ano com muita história para contar, aprendizados e conquistas!


Para 2021, contamos com você para seguir a mesma trilha!

O presépio começou a ser montado por D. Maria Elias, carinhosamente chamada de Marilía, no cantinho da sala de sua casa. Cada ano ele tornava-se maior com as oferendas que recebia durante o Natal.


Marilia recebia muitos agrados para o Menino Jesus, dos vizinhos e amigas que iam rezar o terço por ocasião do Natal. Satisfeita ela ia depositando as oferendas: um conhecido, trazia uma estatueta, um ninho de tico-tico, outro, uma casinha de João de Barro, uma raiz em forma de cruz. Marilia ia intuitivamente ornamentando, construindo aquela beleza de presépio que encantava não só as crianças, mas também aos adultos

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D. Marilia doou sua sala para a construção de um presépio e como os Três Reis Magos, muitos vieram trazer suas oferendas ao Jesus Cristinho. Ganhava coisas curiosas de uma gente simples e fez uma linda obra que encantava e tocava os corações de muita gente! Era um resgate a tradição, a vinda de Cristo: uma lição de amor.


O Natal dos presépios é um Natal que remonta um cenário cristão de doação, fé e reverência.
Enquanto escrevo este artigo, lembro-me com saudades do presépio de D. Marilía: passava horas e horas visualizando cada imagem ali colocada. Ela contava-me com a maior alegria e paciência a história do nascimento do Menino Jesus, dos animais que estavam no estábulo na hora do nascimento, e a história dos Reis Magos.


O presépio tinha a forma de uma gruta: aprendi com ela a preparar o papel para dar a impressão de uma gruta (triturava cacos de vidros e jogava-os por cima do papel, onde tinha passado uma cola). Explicava-me como fazia as graminhas de alpiste para nascer dias antes de formar o presépio. Ficava horas e horas vendo com curiosidade as imagens ali colocadas como o Menino Jesus, deitado no meio das palhas, rodeado de São José, N. Senhora iluminados pela estrela guia, juntamente com os animais como: o burrinho, carneirinho, o boi, a vaca , o bezerrinho, assim como: a galinha com os pintinhos, os patinhos na lagoa, sobre um pedaço de espelho, os serralheiros serrando uma tora, a igrejinha colocada lá no alto do morro. As casinhas singelas formando uma vila onde as crianças brincavam no terreiro de uma casa; o monjolo que era movido por uma bica d água caindo da pedreira, em cima da roda d´agua: tudo em miniatura!


Lembranças mais doces de um tempo em que acreditava na existência de Papai Noel que passaria pela fresta da janela, no Dia 25 de dezembro, para deixar um presentinho no ,meu sapatinho. Lembro-me com carinho da história que ela contava de Papai Noel, uma alusão a São Nicolau. Ele era um santo homem que nascera em 270 ac e morreu em 342, aos 71 anos de idade. "Fez o bem, sem olhar a quem". Ele fundou um orfanato, saciou a fome dos pobres, protegeu marinheiros, ladrões e mendigos. Viveu sobre a égide da caridade. Foi perseguido e preso pelos romanos, por seu amor ao semelhante, tornou-se Santo.


Doces lembranças! Deposito com saudades este artigo, como oferenda ao Presépio de Marilia!
Que Deus a tenha junto de si!
Até em 2021!


Neste período de quarentena, muitas famílias estão confinadas. E conviver demais com uma pessoa, pode virar motivo para desentendimentos. No entanto, antes de mais nada é importante entender que, no domínio das relações familiares, os conflitos acontecem frequentemente.


Portanto, família é sinônimo de conflito. Só que é preciso saber ultrapassar cada situação dessa de modo construtivo em vez de evitá-los ou ignorá-los, reforça a neuro-psicóloga Leninha Wagner: “No processo de pandemia, a primeira fase que tivemos que encarar foi o confinamento, a exclusão dos relacionamentos sociais. O homem como espécie é um ser relacional. As relações sociais, nos distraem de nós mesmos, nos sentimos seduzidos, tentados a fazer comentários da vida alheia e acabamos por nos distrair de nossos próprios conflitos”.


Mas, diante do excesso de vida íntima familiar, “nos damos conta de que nossas maiores questões estão dentro de nós e do nosso próprio lar. Uso a metáfora da cebola, para explicar isso de forma leve: Quando descascamos cebolas, as primeiras camadas, são leves, superficiais. Mas conforme vamos entrando na intimidade, cortando a cebola, picando, ela solta um gás que arde os olhos e faz chorar. O amor na intimidade familiar também arde e muitas vezes faz chorar”. Mas, calma, Leninha destaca que “a família ainda é o melhor tempero e sabor para a vida”.


Para evitar que os conflitos tragam consequências piores para a família, ela recomenda que “é fundamental que se mantenha a hierarquia aliada ao respeito às diferenças de cada um”. Além disso, "a hierarquia observada entre os familiares (pais e filhos) evitará grandes desacordos e até mesmo a implantação de restrições severas (punições), já que garantirá a prática dos espaços individuais. A base da boa convivência é a ordem: a manutenção de uma organização segura e flexível”, explica.


Assim, que os conflitos surgirem dentro de casa, é fundamental compreender a importância da mesma como a melhor forma de solucionar estes problemas: “Quando a vida nos apresenta ameaças, dores, desafios, sofrimentos. A solução, o amparo, a compreensão vêm sempre da família. É claro que existem famílias disfuncionais, que não se encaixam nessa normativa. Mas por via de regra, é sempre nesta aliança, que nos sentimos importantes e pertencendo a um clã, que irá nos proteger, defender, e comprar a nossa briga. Ter amigos é o maior presente que nos damos, escolher irmãos de coração, por pura a finidade é o que de melhor podemos fazer por nós. Mas a família consanguínea tem a priori o compromisso, a obrigação, a responsabilidade de nos amar e nos defender”, reforça a neuropsicóloga.


Quando se fala em conflito, é importante entender que esta palavra não é sinônimo de confronto, é sim uma divergência de opiniões. Porém, Lenina Wagner destaca que “quando as relações familiares chegarem a um momento conflituoso em que não mais exista o diálogo como um canal aberto e norteador da relação, ou mesmo diante de qualquer adversidade própria da convivência, é o momento de buscar ajuda profissional, que pode ser um terapeuta de família ou um psicólogo para auxiliar nesses momentos”


Quando existem conflitos não resolvidos, “é muito provável que haja um maior distanciamento emocional da família, acarretando numa disfunção psicológica tanto dos pais, quanto dos filhos”. A falta de comunicação, que comumente é o fato gerador desses conflitos, somado à dificuldade de solucionar os problemas familiares, “pode desenvolver diversos fatores negativos tanto para o relacionamento amoroso dos pais como na criação dos filhos”.


Para a reaproximação da família cada um dos membros deve mudar de atitude: “É comum o orgulho ser o responsável pela maior quantidade de brigas em família. Cada um está preso numa imagem ideal de si mesmo. Um acha que é o mais correto, o outro o mais amoroso, outro diz que dá de si mais do que todos, outro que é o mais esperto. Assim giram as identidades falsas de si mesmos causando conflitos de poder, bloqueando a generosidade e impedindo que os outros se relacionem para além das próprias identidades orgulhosas”.
Além disso, a empatia também é um fator a ser colocado em pauta: “É a capacidade de se colocar no lugar do outro, de entender que o outro tem sentimentos e passa por momentos difíceis – assim como você.”
Os dois lados têm seus motivos que precisam ser levados em conta, é essencial para resolver conflitos. Todo mundo tem direito a estar cansado, irritado! Compreender essa dinâmica, respeitar o seu limite e o dos outros, é parte integrante do bom convívio”, finaliza.

Meu último presente
                              - por Gilson Bifano

 

Hoje é o dia dos pais e quero compartilhar um texto maravilhoso que li essa semana e exprime muito bem o meu sentimento quanto a esse dia.

Neste dia dos pais quero presentear os leitores com um texto que jamais irá envelhecer e desbotar, pode ser lido este ano ou em qualquer ano e continuará tão atual quanto hoje!

Se você ainda tem o seu pai não lhe dê só presentes físicos, mas um beijo, um abraço, um carinho, diga que o ama, que ele é importante na sua vida…
Dia dos Pais…

Dia dos Pais é um dia especial na vida de todos nós. Dia de dar e receber presentes, beijos, abraços e expressões de afeto.

Lembro-me, perfeitamente, do último presente dado ao meu pai. Naquele 13 de agosto de 1995, com meu pai internado em um hospital, em estado quase terminal, perguntei a mim mesmo: Que presente darei ao meu velho? Um pijama, uma sandália? Não tinha opções. Meu pai já não podia mais levantar da cama, vitimado pelo câncer. Confesso que fiquei angustiado com a situação. Com o coração pesado, me dirigi para o hospital sem nenhum embrulho nas mãos. Sabia que aquele era o último Dia dos Pais que passaria com ele. Entrei no quarto, um tanto quanto triste, e vi aquele semblante já bastante abatido, cansado pelas lutas com a doença que consumia seus ossos. Mas logo pude perceber qual poderia ser o meu último presente. Sua barba, ainda por fazer, era uma oportunidade perfeita para expressar o meu afeto naquele dia especial. Com carinho, comecei a fazer-lhe a barba. Cada ato era um presente que lhe oferecia. Eu já estava acostumado com aquilo, mas aquele dia foi diferente. Depois de terminado, passei a loção, enxuguei o seu rosto e beijei sua face, e falei que aquele dia era o Dia dos Pais.

Treze dias depois, meu pai veio a falecer. Passados quase dois anos, aquele gesto me faz pensar que foi o presente mais significativo que dei ao meu pai. Nunca esquecerei aquela tarde, naquele quarto de hospital. O meu último presente não teve um embrulho especial, não foi comprado em um shopping, não paguei nada por ele. Aquele foi um presente do coração, da alma. Às vezes, os melhores presentes não custam nada. Apenas um gesto de amor, um abraço gostoso, uma palavra de carinho, um silêncio solidário, um olhar de ternura, um elogio sincero. São presentes que nascem em um coração que ama.

No Dia dos Pais, procure esses presentes que estão escondidos no fundo do seu coração. Procure presentear o seu pai com perdão, sua aceitação (nossos pais não são perfeitos!), com um abraço, uma declaração de amor, uma palavra de gratidão. Tenho a certeza que o seu pai vai gostar, mas você será o maior beneficiado. Você se tornará mais gente, mais humano, mais parecido com Cristo. Ele, que através de gestos de amor, toques de bondade, evidências claras de humildade, soube conquistar corações.

A você, papai, nossos parabéns!
Que você valorize mais esses presentes.

A você, filho, desejo que tenha muitos “Dia dos Pais” e que cada um destes dias, bem como os demais, sejam uma eterna e doce recordação, independente das circunstâncias.

Parabéns aos Pais bambuienses , de coração, as equipe do Jornal da Canastra parabeniza todos os pais por essa data especial e festiva!

Que Deus derrame suas bençãos a todos vocês !

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