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A Ucrânia se mantém "disposta" a negociar com a Rússia, embora os diálogos estejam suspensos desde a descoberta de atrocidades em várias cidades próximas a Kiev após a retirada das tropas de Moscou, informou neste sábado (9) o presidente ucraniano, Volodimir Zelensky.

"A Ucrânia sempre se disse disposta a negociações e que buscaria as possibilidades de parar a guerra. Paralelamente, vemos infelizmente preparativos para combates importantes, alguns dizem decisivos, no leste" ucraniano, disse Zelensky.

"Estamos dispostos a lutar e buscar paralelamente caminhos diplomáticos para parar esta guerra. Por enquanto, contemplamos manter um diálogo de forma paralela", acrescentou o presidente ucraniano, durante coletiva de imprensa conjunta com o chanceler austríaco, Karl Nehammer, que está na Ucrânia.

A última rodada de conversações frente à frente entre russos e ucranianos ocorreu em 29 de março em Istambul. Nelas, a Ucrânia detalhou suas principais propostas com vistas a um acordo com Moscou, entre elas sua "neutralidade" em troca de um acordo internacional para garantir sua segurança.

"No leste e no sul, observamos uma concentração de armas, equipamentos e tropas, que se preparam a ocupar outra parte do nosso território", lamentou Zelensky neste sábado.

Com AFP

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José Roberto Maluf falou à repórter representante ca CCTV sobre relação entre os países e as emissoras que nospróximos meses firmarão parceria de conteúdo

Na última semana, o presidente da TV Cultura, José Roberto Maluf, recebeu na sede da emissora uma equipe de jornalismo da China Central Television (CCTV). A visita antecedeu a assinatura de termo de parceria entre as duas instituições – nos próximos meses, será firmado um acordo que possibilitará, principalmente, o intercâmbio de conteúdos. Maluf falou à repórter da CCTV sobre a relação entre as emissoras e, também, entre o Brasil e a China. O canal é o maior do país asiático, tendo alcançado 1,7 bilhão de audiência em todas as suas plataformas no último ano.

Ao longo da conversa, as emissoras demonstraram grande interesse em estreitar as relações para além do BRICS, fazendo com que a população brasileira e chinesa possam conhecer mais da cultura de cada país. “Nós estamos muito felizes em fazer um acordo de intercâmbio tecnológico e de programação com vocês. Aqui a casa é sua”, disse o presidente da TV Cultura à jornalista.

Segundo Maluf, essa troca trará maior conhecimento para o povo brasileiro dos produtos culturais oferecidos pela China, como espetáculos artísticos e programas que mostrem suas singularidades. O mesmo deve acontecer com os chineses, que terão acesso a conteúdos produzidos pela TV Cultura e, consequentemente, do Brasil.

 

Com canonização, Brasil ganhará seu 37º santo; papa Francisco atingirá a marca de 892 santos em seu pontificado

 

Quando os olhares do mundo religioso e político estão atentos ao Sínodo dos Bispos sobre a Amazônia, que ocorre de 6 a 27 de outubro no Vaticano, o papa Francisco canonizará Irmã Dulce dos Pobres, a 37ª santa brasileira — nesta conta, são considerados todos os santos que viveram no Brasil, mesmo que tenham nascido em outros países.

A baiana Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes, Irmã Dulce dos Pobres, morreu em 1992 aos 77 anos. Com sua canonização e de outros quatro novos santos, no próximo domingo, 13, Francisco atinge a marca de 892 santos em seu pontificado, segundo informações do disponibilizadas pela Congregação das Causas dos Santos, órgão do Vaticano responsável pelos processos de reconhecimento.

 

"Destaco sua simplicidade, seu foco em Jesus Cristo, sua capacidade de vê-lo no necessitado e a capacidade que teve de esquecer-se de si mesma, para responder às necessidades que se apresentavam (e se multiplicavam) à sua frente", declarou ao Estado o arcebispo de Salvador e primaz do Brasil dom Murilo Krieger, sobre as virtudes da nova santa.

Segundo o religioso, a celebração deve contar com 30 bispos que irão especificamente para o evento, além dos 58 bispos que participam do sínodo. Além disso, outros cerca de 100 sacerdotes devem estar na missa de canonização.

Estamos diante da sexta extinção em massa, e o ritmo de extinção está 10 mil vezes mais rápido que o normal", afirmou a ativista sueca Greta Thunberg, à beira das lágrimas, diante do Parlamento Europeu em abril deste ano.
 

Greta com toda certeza está errada porquê:embora as palavras da jovem ambientalista tenham repercutido ao redor do mundo, estudos recentes mostram que ela pode estar errada.

E a justificativa não está relacionada à tese de que a Terra não está enfrentando fenômenos como o derretimento das calotas polares, o desmatamento das florestas, a poluição do ar ou a extinção de milhares de espécies.

O possível equívoco da ativista tem a ver com algo totalmente diferente: os cientistas dizem que o planeta já sofreu uma sexta extinção em massa... mas há cerca de 260 milhões de anos

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Dimensão da extinção

Até agora, acreditava-se que tinham acontecido cinco grandes eventos de extinção em massa no planeta, ou seja, fenômenos em que um grande número de espécies sem descendentes desaparecem ao longo de um período limitado de tempo.

Essas extinções definiram os períodos geológicos: Ordoviciano (há 443 milhões de anos), Devoniano Superior (há 372 milhões de anos), Permiano (há 252 milhões de anos), Triássico (há 201 milhões de anos) e Cretáceo (há 66 milhões de

Mas, nesta semana, uma equipe de cientistas do Departamento de Biologia da Universidade de Nova York, nos EUA, publicou um estudo que poderia mudar a ordem desses períodos geológicos.

A pesquisa - que também contou com a participação do cientista Shu-zhong Shen, da Universidade de Nanjing, na China - se concentrou no período final da época Guadalupiana (ou Permiano Médio), quando uma grande extinção afetou a vida em terra e nos mares.

"As classificações em termos de números de espécies que sofreram extinção, e especialmente em termos de impacto ecológico, colocam o evento de Guadalupiana (há 259,8 milhões de anos) na mesma categoria das outras grandes extinções em massa. Portanto, aparentemente houve seis grandes extinções", diz o estudo.

O evento ocorreu ao mesmo tempo que a inundação de basalto (consequência de uma erupção vulcânica gigante) que criou a estrutura geológica onde fica atualmente o Monte Emei, extensa formação rochosa encontrada no sul da China.

"Erupções grandes como esta liberam grandes quantidades de gases de efeito estufa, especificamente dióxido de carbono e metano, que causam um forte aquecimento global, com oceanos quentes e pobres em oxigênio, que não é conduzido à vida marinha", explicou Michael Rampino, coautor do estudo.

Com essas novas informações, acrescenta a pesquisa, acadêmicos e ambientalistas (incluindo Greta Thunberg), devem começar a se referir à atual perda de espécies como a "sétima extinção".

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