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Sex, Ago
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Ação faz parte do propósito do app de expandir os rumos da leitura no Brasil

 


Para garantir o acesso gratuito, os estudantes devem curtir a página do Esens no Instagram e enviar, via DM, uma selfie onde aparece o seu rosto e a carteirinha de estudante com a data de validade visível. Depois de recebida a mensagem, o estudante receberá um código para acessar o aplicativo de forma gratuita.

 

Como funciona o Esens

Sobre o funcionamento do aplicativo, Elizaveta explica que a mensagem principal das obras é resumida em um áudio de até 15 minutos, feito por uma equipe com especialistas em comunicação, linguística e tradução.

 

Todos lêem os livros originais e fazem um resumo de sua essência. Em seguida, as visões são compartilhadas para que seja possível extrair a ideia principal do livro e assim passar de forma dinâmica para o aplicativo, que pode ser acessado em qualquer lugar, ajudando o usuário a economizar tempo e dinheiro enquanto aprende algo novo para acelerar a sua carreira, matar uma curiosidade ou, simplesmente, para relaxar.

 

Um app feito com um propósito

O grande diferencial do Esens, que será sentido em breve no mercado, é o propósito de sua criação. “Não estamos aqui para ser somente um aplicativo de resumo de livros. Nós queremos contribuir para a expansão dos rumos da leitura no Brasil. Aqueles que já lêem, vão conseguir priorizar melhor suas leituras a partir dos resumos e indicar mais livros para aqueles que gostariam de ler mais. Para os que não têm o hábito, vamos desenvolver um verdadeiro ecossistema de inclusão na leitura, a partir de resumos e áudios, que tem se tornado um formato cada vez mais popular” destaca Elizaveta.

 

App já conta com best-sellers

Com ao menos 30 novos livros adicionados a cada mês, o Esens já conta com alguns best-sellers em sua biblioteca, a exemplo do livro “Estratégia do Oceano Azul”. Fenômeno global que já vendeu 3,5 milhões de cópias no mundo todo, a obra ensina como investir em mercados inexplorados com base em um estudo de 150 movimentos estratégicos. Outra opção para quem já quer iniciar o uso do aplicativo aprendendo com as bibliografias mais indicadas no mercado, o título Homo Deus: A brief story of everyone who ever lived apresenta o mais recente pensamento sobre as origens africanas do Homo Sapiens e questiona o que nossos genes podem realmente nos dizer.

 

“Seja para aprender mais sobre liderança ou ciência, psicologia ou auto ajuda, estratégia corporativa ou política, o Esens sempre vai contar com um título que agrega informação e conhecimento ao usuário, contribuindo para a sua formação e tornando o acesso a conteúdos especializados mais palatável”, conclui Elizaveta.

 

O Esens já está disponível para download na App Store e Google Play.

 

Sobre o Esens

O Esens é um aplicativo que ajuda as pessoas a encaixar o hábito da leitura em seu dia a dia ao resumir em um áudio de até 15 minutos, de forma fiel ao conteúdo, a essência de grandes obras literárias não ficcionais. Com 400 títulos disponíveis até o final de 2019, as opções contemplam 15 categorias: história, negócios, finanças, economia, saúde, cultura, liderança, marketing, ciência, política, psicologia, autoajuda, relacionamentos, sociedade e tecnologia. Com um sistema de assinatura com planos mensais, anuais e lifetime, o aplicativo já está disponível para download na App Store e Google Play.

 
 
 
 
 
 
 
Desde os meus 13 anos de idade, quando iniciei   meus  primeiros conhecimentos da língua francesa aprendi amá-la e conhecer tudo que se relacionava com a França. Foi assim, um amor à primeira vista, quando o  professor e irmão salesiano Antonino chegara a Bambuí para lecionar a língua francesa, no Colégio Antero To-res, em Bambuí.

A minha dedicação pelo conhecimento da língua  francesa, passou a ser um desafio para mim, em aprender tudo que se relacionava à França. Passava horas e horas lendo e fazendo pesquisas em livros didáticos e de literatura, que descreviam o país. Foi assim, com esta dedicação total e carinho que aprendi a conhecer a sua: geografia, locais turísticos, cidades, museus, músicas, artistas e cantores da época que faziam sucesso! Jurava a mim mesma que um dia ainda conheceria a “Cidade Luz”.

Ficava encantada quando, o professor chegava à sala cumprimentando-nos:

-Bonjours les enfants?

A minha admiração e encantamento foi ainda maior quando aprendi a cantar o hino da França - La Marse illaise. Aquele hino não saia da minha cabeça. Parecia um disco estragado! Cantava o dia inteiro aquela música, até que um dia, finalmente a crise passou!

Em 2003, concretizei o maior sonho de minha vida: Conheci a França!

Foi com muita admiração e espanto ao pedir o taxista, que nos levava em direção ao Hotel, para uma estadia de quatro dias, que cantasse para mim o hino La Marseillaise.

-Desculpe-me madame, sinceramente não sei cantar o hino de meu pais!

-Então, com muito orgulho, eu cantarei.

O taxista ficou admirado por uma turista brasileira cantar o hino da França tão bem.

Foi neste espiríto de alegria e encantamento que  pisei no solo francês!

No primeiro dia de nossa estadia, após um tour pela cidade, na parte da manhã, disse a minha filha, Kelley que me acompanhava na viagem:

-Antes de qualquer passeio por Paris, iremos  visitar a Catedral Notre Dame.

Subimos  o Rio Sena de barco. Indescritível  foi  a beleza do trajeto até a catedral. Prédios antiguissímos e maravilhosos, assim como Notre Dame se erguiam, altiva, rodeados pelas águas do Rio Sena. Descemos do barco, chegando pelo lado sul. Atravessamos o imenso jardim até a  sua entrada principal.

Na praça Parvis, onde fica a entrada principal da catedral, encontra-se no pavimento uma placa de bronze que representa o marco zero, a partir do qual todas as distâncias das estradas nacionais francesas são calculadas. Diz uma lenda que temos que pisar lá para voltar outras vezes.

Pisei! Oxalá, algum dia,  um verdadeiro milagre me leve pela segunda vez à Catedral Notre- Dame!

O interior da catedral de Notre Dame é de extrema beleza! Sua nave imensa é iluminada por mais de 200 vitrais. Eles representam a expansão e consolidação definitiva da arte gótica em toda a Europa. Naquela época  os vitrais estavam no auge da expressão artística, eram uma espécie de ‘pintura’ monumental, ao contrário dos vitrais românicos que tinham de se adaptar às estreitas frestas e janelas impostas pela arquitetura. Os vitrais além de belos, são funcionais, pois através deles entram as  luzes.             

Os arcos internos, formando ogivas, dando a ilusão de maior altura da nave, que parece dirigir-se ao céu. É inevitável olhar para o alto! Fiquei ali boquiaberta, parada, querendo reter na memória aqueles momentos mágicos, sublimes de extrema beleza! Queria reter  na memória cada detalhe, cada relevo gótico por onde meus olhos alcançavam.

Lembranças me vieram a mente quando, Quasímodo ficara fascinado pelo  som maravilhoso de um dos famosos  sinos da catedral: Quasímodo é o personagem do filme, baseado no romance: ‘O Corcunda de Notre Dame´ do escritor francês, Victor Hugo.

A história conta que  o maior sino, um dos três que existem  em uma das torres: o Emmanuel foi instalado na torre sul , desde  1685. Suas badaladas marcam a passagem das horas durante o dia. Emmanuel também badalou para marcar a liberação de Paris do controle alemão, em 1944.

Testemunha dos mais importantes eventos na história da França, desde sua fundação, a catedral testemunhou o nascimento de 80 reis, dois imperadores e cinco repúblicas. Ela também assistiu, impassível, à participação da França em duas guerras mundiais.

Suas famosas gárgulas, que a protegem contra espíritos malévolos, viveram glórias e tragédias ao longo dos séculos: Notre- Dame foi saqueada e quase demolida durante a Revolução Francesa.

Notre Dame, dedicada a Maria, mãe de Jesus, um dos símbolos máximos da arquitetura gótica em toda a Europa começou a ser construída em 1163 e só foi concluída 180 anos depois. Em 1431, com as obras já concluídas, foi entre suas paredes que um menino de dez anos, de saúde delicada - Henrique Vl, da Inglaterra, foi coroado rei da França.

Em 1804, ao som dos tubos do grande órgão da catedral, Napoleão foi coroado imperador.

Em 1163, quando começaram a construir a catedral, Paris tornou-se um centro de grande desenvolvimento intelectual, espiritual e musical.

A escola musical (parisiense) foi muito influente. A partir dos manuscritos  encontrados, ela influenciou a música (que se fazia) em toda a Europa - na Espanha, Itália, Alemanha e Inglaterra.

Neste ano, os sinos menores, da torre norte - que não são originais, serão substituídos. Os originais foram derretidos durante a Revolução Francesa para a fabricação de bolas de canhão. Os substitutos, fabricados no século 19, eram desafinados.

Ao  terminar a visita, lágrimas de tristezas  e  alegrias   rolaram pelas minhas  faces  em agradecimento a Maria, Mãe de Jesus, por ter me dado a graça de conhecer Notre Dame. Sou uma pessoa abençoada, por reter em minha memória  imagens lindas, da mais famosa catedral do mundo: Notre Dame de Paris.
 
Autor: Nancy Gonçalves Dias, Jornal da Canastra

Pesquisadores do IFMG Piumhi representam o Brasil em conferência da União Europeia

Resultados da linha de pesquisa “Modelagem da Informação da Cidade” (CIM – City Information Modeling), coordenada pelo professor Humberto Melo, no IFMG Piumhi, foram apresentados no Congresso SBE19Brussels - BAMB-CIRCPATH - BUILDINGS AS MATERIAL BANKS: A PATHWAY FOR A CIRCULAR FUTURE (Construções como um banco de materiais: Um caminho para um futuro circular), que aconteceu entre os dias 05 e 07 de fevereiro em Bruxelas, Bélgica.

O primeiro trabalho é uma parceria entre IFMG e SAAE Piumhi, intitulado “Implementation of City Information Modeling (CIM) concepts in the process of management of the sewage system in Piumhi, Brazil” (Implementação de conceitos de CIM no processo de gerenciamento da rede de esgotos em Piumhi, Brasil), o qual conta com a colaboração da professora Stella Tomé, do servidor do IFMG Bambuí Mauro Henrique Silva e com os estudantes bolsistas Marina Molinar e Diego Brenner.

O outro trabalho, intitulado “The importance of City Information Modeling (CIM) for cities’ sustainability” (A importância da Modelagem da Informação da Cidade para a sustentabilidade das cidades), foi apresentado pelo estudante Hiago Dantas, tendo sido orientado pelos professores Humberto Melo e José Manuel de Souza. Este trabalho foi desenvolvido durante intercâmbio estudantil realizado no ISEP (Instituto Superior do Porto).

Os dois artigos tiveram um público que demonstrou um interesse surpreendente, fazendo perguntas e sugestões para futuros trabalhos. O professor Humberto Melo relatou ainda que os brasileiros foram abordados por pesquisadores da China, Portugal e França, os quais demonstraram interesse em compartilhar conhecimentos e buscar soluções em conjunto. Ambos trabalhos compuseram a sessão "BIM and digitalisation towards high reuse potential and circular economy" (BIM e digitalização para um elevado potencial de reutilização e economia circular).

Das várias ações já executadas nessas pesquisas, destacam-se o cadastramento e georreferenciamento da rede de esgoto do município, levantamento de dados de campo, desenvolvimento de modelagem computacional que oferecerá aparato tecnológico para que o SAAE Piumhi alcance melhorias na prestação de seus serviços, além do aporte intelectual que a pesquisa vem proporcionando aos pesquisadores através das apresentações em eventos regionais, nacionais e internacionais.

Os pesquisadores ainda participaram de visita técnica à Vrije Universiteit em Bruxelas, onde conheceram o laboratório piloto de Retrofit Circular. Neste laboratório foi possível ver experimentos e o desenvolvimento de soluções que visam o Projeto de Edificações Reversíveis, o qual pode trazer diversos ganhos como, por exemplo, prevenir ou minimizar a geração de resíduos da construção.

“O congresso possibilitou notar a ênfase que os pesquisadores europeus têm dado na busca por soluções sustentáveis na construção civil, o que vai de encontro às pesquisas desenvolvidas no IFMG Piumhi que buscam soluções inovadoras, eficientes, de imediata aplicação pelos gestores públicos e que podem trazer o aumento da qualidade de vida da população”, afirma o professor.

Os trabalhos apresentados estão publicados no Jornal Eletrônico IOP Conference Series Earth and Environmental Science e podem ser acessados através dos links abaixo:

H C Melo et al. Implementation of City Information Modeling (CIM) concepts in the process of management of the sewage system in Piumhi, Brazil. 2019 IOP Conf. Ser.: Earth Environ. Sci. 225 012076. Disponível em https://iopscience.iop.org/article/10.1088/1755-1315/225/1/012076.

H S Dantas et al. The Importance of City Information Modeling (CIM) for Cities' Sustainability. 2019 IOP Conf. Ser.: Earth Environ. Sci. 225 012074. Disponível em https://iopscience.iop.org/article/10.1088/1755-1315/225/1/012074.

Outros trabalhos publicados no jornal podem ser encontrados no link https://iopscience.iop.org/issue/1755-1315/225/1.

 

A partir de dezembro de 2019, todas as escolas brasileiras devem estar completamente adaptados às diretrizes da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Uma dessas diretrizes diz respeito à resolução de problemas dentro do contexto da Educação Financeira. Segundo a BNCC, no ensino agora “podem ser discutidos assuntos como taxas de juros, inflação, aplicações financeiras (rentabilidade e liquidez de um investimento) e impostos”. Além disso, a Base também diz que essa abordagem “favorece um estudo interdisciplinar envolvendo as dimensões culturais, sociais, políticas e psicológicas, além da econômica, sobre as questões do consumo, trabalho e dinheiro”.

De acordo com Lélia Longen Fontana, coordenadora editorial de Matemática da Conquista Solução Educacional, a orientação não é nova, uma vez que os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) já refletiam sobre a colaboração que a Matemática tem a oferecer com foco na formação da cidadania, de modo que os alunos fossem capazes de posicionar-se de maneira crítica, responsável e construtiva nas diferentes situações sociais. “Nos últimos anos, o ensino de Matemática tem valorizado a resolução de problemas. A diferença agora é que a Base deixa claro que devemos envolver contextos relacionados à Educação Financeira em todas as escolas, públicas e privadas”, expõe.

Essas mudanças estipuladas pela BNCC já estão aprovadas e entrando em vigor para os alunos da Educação Infantil e Ensino Fundamental. Já para o Ensino Médio, Lélia explica que a Educação Financeira é importante, trabalhando também a compreensão do sistema monetário nacional e mundial, “o que é essencial para uma inserção crítica e consciente no mundo atual”. Para ela, ensinar os alunos a lidar com o dinheiro é muito importante, principalmente porque eles podem ser agentes multiplicadores dessas discussões junto às suas famílias. “As experiências vividas ao longo da infância e da adolescência influenciam na formação de aspectos relacionados à cidadania. A educação financeira está diretamente relacionada à construção da cidadania. Em tempos de consumismo desenfreado, é preciso desenvolver o senso crítico dos alunos em relação ao consumo. Além disso, discutir aspectos ligados ao desequilíbrio financeiro, à falta de planejamento, ao desemprego e seus efeitos nas famílias torna-se relevante. Portanto, educar sob o olhar da Educação Financeira é uma maneira de preparar crianças e jovens para o futuro, favorecendo sua formação cidadã e tornando-os capazes de estabelecer julgamentos, tomar suas próprias decisões e atuar de forma crítica em relação aos problemas colocados pela vida em sociedade”, conclui.

Na Conquista Solução Educacional um dos pilares é a Educação Financeira, desde antes da obrigatoriedade do assunto. Um exemplo é o material Empreendedorismo e Educação Financeira, desenvolvido para os anos iniciais do Ensino Fundamental (1º ao 5º ano), que anualmente apresenta quatro temas diferentes envolvendo consumo consciente, sustentabilidade, planejamento financeiro, responsabilidade social, entre outros, utilizando a linguagem adequada a cada faixa etária. Esse envolvimento, segue também uma das orientações explicitadas na BNCC: “cabe aos sistemas e redes de ensino, assim como às escolas, em suas respectivas esferas de autonomia e competência, incorporar aos currículos e às propostas pedagógicas a abordagem de temas contemporâneos que afetam a vida humana em escala local, regional e global, preferencialmente de forma transversal e integradora”.

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