07
Sex, Ago
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A formação do professor deve ser compreendida como um processo dinâmico, contínuo e permanente, tendo como base um conhecimento aprofundado sobre o aprendiz. Para enriquecer e fortalecer a formação, são fundamentais conhecimentos psicopedagógicos que o ajudem a compreender melhor as técnicas e destrezas que lhe permitirão uma boa e correta atuação educativa, conhecimentos metodológicos que possibilitem conduzir satisfatoriamente as aprendizagens dos pequenos e conhecimentos sociais para adequar melhor à realidade educativa ao contexto sócio-cultural.

Hoje, apenas a formação acadêmica, não é suficiente para a atuação do professor em sala de aula, pois o conhecimento da graduação precisa ser expandido para lhe possibilitar ir além dos conhecimentos básicos que são aprendidos no banco de uma universidade. O professor precisa buscar novos conhecimentos, pesquisar e ter seu próprio acervo de conhecimentos construído, para que tenha a possibilidade de relacionar teorias e escolher a ação prática mais adequada, refletindo sobre o que oferece como profissional ao seu aluno.

O esperado para um professor, é que ele esteja perto do seu aluno, conhecendo aquilo que ele já sabe, o que ainda pode saber, e como ele realiza suas atividades. Sendo assim, ele busca conhecimentos e estratégias que atendam aos diferentes estilos de ensinar e de aprender entre seus alunos. Ao abordar a figura do professor é preciso ressaltar que o objetivo é fazer com que o aluno passe a aprender com mais reflexividade, consciência e autonomia tendo um professor com foco no seu autoconhecimento e com a possibilidade de conhecer-se como ser humano e profissional.

O professor ao tomar consciência de suas atitudes, da elaboração de suas aulas e da prática pedagógica executada com o aprendiz, tem a possibilidade de compreender as estratégias adequadas a serem utilizadas a cada aula planejada. Quando ao executar a atividade, algo que não foi planejado, ou seja, um imprevisto acontecer é preciso que o professor tenha controle e seja habilidoso para conduzir a situação de modo que o objetivo final seja alcançado.

É importante que o professor/professora tenha conhecimento de si como educador e mantenha um diálogo próximo consigo e com o outro para acompanhar seu desenvolvimento e avaliar sua prática pedagógica com a intenção de modificar o que pode ser melhorado e permanecer com os aspectos positivos.  A inferência do professor na aprendizagem do aluno é importante dentro da sua prática, pois é a partir dessa atitude, que ele tem a possibilidade de conhecer como ele estabelece suas relações com a aprendizagem.

O exercício de ser professor é de extremo compromisso com a formação de uma vida, que precisa ser cuidada e acompanhada durante o seu desenvolvimento para estabelecer boas relações e aprendizagens que possam multiplicar-se com a trajetória acadêmica de cada aprendiz.

 

*Ana Regina Caminha Braga (https://anareginablog.wordpress.com/) é escritora, psicopedagoga e especialista em educação especial e em gestão escolar.

 

Atividades lúdicas utilizadas nas atividades intelectuais e motoras trazem diversos benefícios aos pequenos

Os jogos de tabuleiro, ao contrário do boom atual vivido no segmento, sempre esteve presente no desenvolvimento das crianças. É um recurso muito utilizado por diversos profissionais da área de psicologia e pedagogia, e além disso, pode ser utilizado também por pais e mães dentro de casa.

Quando consideramos a atividade lúdica como berço das atividades intelectuais da criança, os jogos tem um papel fundamental no desenvolvimento dos pequenos. “Os jogos são recursos muito ricos que podem e devem ser utilizados no ambiente escolar. Eles fornecem à criança as primeiras noções de regras, estratégia, envolve o “ganhar ou perder”, aponta Ana Lúcia Castilho de Oliveira, diretora pedagógica de educação infantil do Colégio Interarte, de São Paulo.

Neste cenário o jogador precisa se colocar no lugar do outro, elaborar estratégias e planos, e também há uma relação psicológica muito importante na formação da pessoa, já que a derrota ensina a lidar com a frustração.

Além disso, o relacionamento interpessoal entre as crianças e até entre pais e filhos acaba sendo muito estimulado “Os jogadores são incentivados a conviver, respeitar as opiniões, discutir regras. Não podemos esquecer também que é uma brincadeira, portanto fortalece os laços com amiguinhos e é uma ótima forma da família interagir com a garotada” afirma Denise Spadini, Diretora de Educação Infantil do colégio Interarte.

Para as editoras de jogos, também existe uma preocupação em atender este público “Sempre gostamos de manter games que podem ser jogados em família, e damos destaque para as principais funções que ele estimula na própria caixa do game. Como é o caso do Animal Upon Animal, que é um jogo de empilhamento que ajuda no desenvolvimento de habilidades motoras, coordenação e visualização 3D” afirma Cristiano Cuty, um dos sócios da Conclave, uma das principais editoras de boardgame do Brasil.

O “Animal Upon Animal”, segundo o especialista em games e proprietário da loja Game Vault, em São Paulo, Roger Glasser, é a opção perfeita para jogos em família “O game é divertido, ajuda na coordenação motora e garante boas risadas. Notamos isso quando recebemos famílias na loja que procuram nos boardgames uma forma de interação com suas crianças” conclui.

 

 

Ana Lúcia Castilho de Oliveira é Diretora pedagógica da educação infantil do Colégio Interarte.

Psicóloga e psicopedagoga, com mais de 20 anos de experiência em sala de aula e consultório clínico de psicologia.

 

Denise Spadini é Diretora da Educação Infantil do Colégio Interarte.

Pedagoga com habilitação em administração escolar, orientadora educacional, pós-graduada em terapia familiar. Atua com educação infantil desde 1981.

 

O Brasil ficou ainda mais triste, segundo as Nações Unidas.

Essa é a conclusão da edição de 2017 do Relatório Mundial da Felicidade, divulgado nesta segunda-feira pela ONU. O período compreende os anos de 2014 a 2016.

O Brasil caiu cinco posições e está agora no 22º lugar entre 155 países.

É a segunda queda consecutiva. Na edição de 2016, referente ao período de 2013 a 2015, o país já havia caído do 16º para o 17º lugar.


O ranking de 2017 é encabeçado pela Noruega, que tirou a liderança da Dinamarca. Islândia, Suíça e Finlândia completam a lista das nações mais felizes do mundo.

Na outra ponta, as mais tristes são Ruanda, Síria, Tanzânia e Burundi. A República Centro-Africana ocupa a lanterna.

A Europa Ocidental e a América do Norte dominam o topo do ranking, com os Estados Unidos e o Reino Unido nas 14ª e 19ª posições, respectivamente.

Já países na África Subsaariana e atingidos por conflitos tiveram notas previsivelmente mais baixas. A Síria ficou no 152º lugar entre 155 países, e Iêmen e Sudão do Sul, que estão enfrentando fome iminente, estão nas 146ª e 147ª posições, respectivamente.

O Relatório Mundial da Felicidade foi divulgado para coincidir com o Dia Internacional da Felicidade da ONU.
Os países mais felizes - e mais tristes - do mundo
Mais felizes     Menos felizes
1. Noruega     146. Iêmen
2. Dinamarca     147. Sudão do Sul
3. Islândia     148. Libéria
4. Suíça     149. Guiné
5. Finlândia     150. Togo
6. Holanda     151. Ruanda
7. Canadá     152. Síria
8. Nova Zelândia     153. Tanzânia
9. Austrália     154. Burundi
10. Suécia     155. República Centro-Africana

O levantamento é baseado em uma única pergunta simples e subjetiva feita a mais de 1 mil pessoas todos os anos em mais de 150 países.

"Imagine uma escada, com degraus numerados de zero na base e dez no topo", diz a pergunta.

"O topo da escada representa a melhor vida possível para você e a base da escada representa a pior vida possível para você. Em qual degrau você acredita que está?"

O resultado médio é a nota do país - que, neste ano, variou de 7.54 (Noruega) a 2.69 (República Centro-Africana).

Mas o relatório também analisa as estatísticas para explicar por que um país é mais feliz do que o outro.


O relatório deste ano também inclui um capítulo intitulado "recuperando a felicidade dos Estados Unidos", que busca entender por que os níveis de felicidade no país estão caindo, apesar da melhora econômica.

"Os Estados Unidos podem e devem aumentar a felicidade ao enfrentar a crise social multifacetada do país - ou seja, a desigualdade crescente, a corrupção, o isolamento e a desconfiança - do que focar exclusivamente ou até principalmente no crescimento da economia", afirmaram os autores do estudo.

"A crise dos Estados Unidos, em poucas palavras, é uma crise social, não uma crise econômica", acrescentaram.

Jeffrey Sachs, diretor da Rede de Soluções de Desenvolvimento Sustentável da ONU (SDSN, na sigla em inglês), entidade responsável pela publicação do relatório, afirmou que as políticas do presidente americano Donald Trump devem deteriorar ainda mais esse cenário.

"As políticas de Trump tendem a aumentar a desigualdade. Acredito que tudo que foi proposto vai na direção contrária (ao aumento da felicidade)", afirmou ele à agência de notícias Reuters.

O relatório também indica que funcionários de escritório são mais felizes do que os de "chão de fábrica", mas ter um emprego já é, por si só, um dos fatores que mais influenciam no nível de felicidade.

E enquanto "aqueles que ganham mais são mais felizes e mais satisfeitos com suas vidas", tal efeito tem um retorno residual - "US$ 100 a mais no salário vale muito mais para alguém na base da pirâmide social do que para alguém que já ganha um bom salário".

O relatório é publicado desde 2012. Desde então, período, os países nórdicos vêm dominando os primeiros lugares do ranking.

A clara preponderância desses países - Dinamarca, em particular - vem incentivando outras nações para adotar o "Hygge" - um conceito cultural dinamarquês de conforto e relaxamento.

World Happiness Report

 

 

 

Aconteceu, terça-feira, (18/10/2016 ), às 7:15 hrs, no anfiteatro da Biblioteca do IFMG,Campus Bambuí, a 1ª Edição do Festival Curta-Extensão, uma mostra competitiva de projetos de extensão realizados pelos alunos e servidores do IFMG/Bambui.

Os projetos deveriam produzir vídeos de curta-metragem que mostrassem os trabalhos realizados e os impactos que as ações tem provocado no município de Bambuí.O 1º Festival Curta-Extensão fez parte da programação da IX Semana de Ciência e Tecnologia do IFMG /Bambuí                                .

Estiveram presentes  os  professores de  português Lais Oliveira e Moisés Olímpio Ferreira, o coordenador de extensão do IFMG, Diego Ceolin e a jornalista Nancy Gonçalves  que fizeram parte da banca de jurados para avaliar os trabalhos apresentados, além de estudantes de demais cursos, professores e demais servidores.

 

O idealizador da  1a Edição do  Curta–Extensão  é  o professor do IFMG  Hudson Rosemberg Poceschi e Campos, Professor de Educação Básica, Técnica e Tecnológica e Diretor de Extensão, Esporte e Cultura do Campus Bambuí. O Professor informou que esse Festival foi o primeiro de muitos que virão por aí, nos próximos anos.

Ao todo, dezessete   projetos foram  apresentados pelos estudantes que discorreram sobre  variados  temas como: Implantação de Hortas nas escolas locais de Bambuí, implantação de um pomar na Vila Vicentina, Horta de plantas medicinais,na FioCruz, cultura do plantio da cana de açúcar para alimentação do gado, fabricação de sabão ecológico reutilizando óleo de fritura, utilização do  lixo recicláveis como arte, a fase ll do projeto de implantação do Museu Institucional do IFMG, projeto para divulgar a APAE , projeto de implantação e manutenção de horta na Associação Olga Chaves Cardoso, para educação alimentar e ambiental ,projeto de Inclusão Digital, dentre outros.

Os Projetos concorriam a uma bolsa de extensão de duração de 10 meses, para continuidade do projeto no ano de 2017.

Quinta-feira, dia 20/10, o Diretor de Extensão, Esporte e Cultura Hudson Poceschi apresentou os ganhadores da 1ª Curta –Extensão, que foram:

-Em primeiro lugar, ganhador da Bolsa de 10 meses - Projeto Fazendo Arte Sustentável - Um olhar ambiental para o lixo, da Professora Meryene Carvalho da Silva.

-Em segundo lugar, ganhador da assinatura do Jornal da Canastra, o projeto Inclusão Digital, do Prof. Gabriel Silv

-E em terceiro lugar, ganhador da assinatura do Jornal da Canastra, o projeto Plantando Sementes, Cultivando Vidas, do Prof. Ricardo Monteiro

Parabéns, ao professor Hudson Rosemberg  Poceschi   por esta ideia brilhante  para  divulgar  os projetos de extensão desenvolvidos pelo Instituto Federal de Minas Gerais.

Parabéns,aos alunos participantes que mostraram com muita criatividade, originalidade seus projetos maravilhosos, buscando interagir  e melhorias de qualidade de vida  à  comunidade bambuiense

 

A jornalista Nancy Gonçalves  recebendo uma lembrança do prof,   Hudson Poseschi

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Festival de Dança de Bambuí