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Durante seis semanas, estudantes terão a oportunidade de se capacitar profissionalmente em um dos principais centros de inovação do Brasil


O CESAR, centro de inovação sediado em Recife, abriu nesta quinta-feira (1º) processo seletivo para uma nova turma do Programa Summer Job. As aulas terão início em 2 de julho e término em 10 de agosto e ocorrerão tanto na sede do CESAR em Recife, como nas regionais em Sorocaba (SP), Curitiba (PR) e Manaus (AM). As inscrições ficam abertas até 31 de março.

Os objetivos do curso são oferecer para as empresas maduras um ambiente de experimentação rápida, e para os alunos uma oportunidade de resolver problemas reais através do processo de inovação do CESAR. A interação intensiva entre alunos e empresas resulta em um efeito colateral importante: a identificação de talentos pelas empresas patrocinadoras. O Programa é voltado para estudantes de qualquer curso, embora cerca de 50% das vagas sejam destinadas aos alunos de Ciência da Computação, Engenharia, Administração, Economia, Design e afins.

Um dos requisitos para a participação no Programa é que o aluno esteja cursando a partir do 4° período e tenha inglês fluente, já que todas as aulas serão ministradas nesse idioma. Nesta edição, o CESAR criará um grupo misto com estudantes estrangeiros e brasileiros, o que favorecerá o compartilhamento de conhecimento e de experiências. O Programa oferece aos alunos uma ajuda de custo no valor de R$ 2 mil, além de passagem para aqueles que optarem por unidades do CESAR diferentes do seu estado de residência. 

“O Summer Job é ideal para os estudantes que buscam aprimoramento pessoal e vivência do mercado de trabalho e têm espírito empreendedor. Durante todo o Programa, os participantes serão envolvidos na resolução de um desafio da empresa patrocinadora, juntamente com uma equipe técnica altamente qualificada”, explicou Eduardo Peixoto, Executivo Chefe de Negócios do CESAR. “Um dos grandes diferenciais é que temos no Programa empresas patrocinadoras que trarão diversos desafios nos quais os estudantes deverão trabalhar, bem como direcionamentos reais de mercado”, reforçou Peixoto.

O executivo também destacou que as vantagens do Programa vão além da capacitação dos estudantes. “As empresas patrocinadoras do Summer Job também se beneficiam, já que os protótipos gerados durante as atividades poderão ser implementados e virarem produtos inovadores”, explicou.

Desde 2012, o CESAR vem realizando edições do Summer Job. Algumas das empresas patrocinadoras das últimas edições foram Fedex Express, Grupo Boticário, Gerdau, Unilever, Globo, Grupo Cornélio Brennand, FCA - Fiat Chrysler Automobiles, entre outras. O Programa já contou com a participação de alunos do ITA, UFPE, Insper (SP), USP (SP), PUC-Rio (RJ), UEA (AM), UFJF (MG), UPE, Universidade Católica de Pernambuco e UFPB, entre outras.

Para inscrição e mais informações, acessehttp://summerjob.cesar.org.br

 

 

A partir desta segunda-feira (26/2), o candidato interessado em participar do concurso público da Secretaria de Estado de Educação (SEE) poderá fazer sua inscrição. A inscrição deve ser feita no site da Fundação Mariana Rezende Costa (Fumarc), instituição responsável pela realização do certame, até às 23h59 do dia 8 de março deste ano. A taxa de inscrição é de R$ 70.

De acordo com o Edital SEE Nº. 07/2017, a partir de 16 de março, o candidato deverá conferir, no site da Fumarc, através da Lista das Inscrições Deferidas, se os dados da inscrição foram recebidos e o pagamento processado.

O certame, autorizado em novembro pela Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão de Minas Gerais (Seplag), contará com 16 mil vagas para o cargo de Professor de Educação Básica (PEB) de diversas disciplinas e com 700 vagas para Especialista em Educação Básica (EEB). As oportunidades contemplam todas as 47 Superintendências Regionais de Ensino.

 “A realização do concurso segue rigorosamente diretriz política do governo de fortalecer os alicerces da estrutura da educação básica em Minas Gerais, investindo fortemente em reverter o quadro de precarização encontrado no início da gestão. Com base nas mais de 50 mil nomeações realizadas entre 2015 e 2017, nós já atingimos um patamar da ordem de 43% de servidores efetivos. Esse concurso vai nos possibilitar fazer com que os professores efetivos do Estado tornem-se maioria, pela primeira vez em muitos anos”, destaca o subsecretário de Gestão de Recursos Humanos da SEE, Antonio David Junior. São ofertadas vagas em 848 municípios mineiros.

Ainda de acordo com Antonio David, “as nomeações visam a dar estabilidade ao corpo funcional que atua nas escolas, diretamente ligados ao processo de ensino-aprendizagem, o que possibilita às escolas fortalecerem a elaboração, implantação e o desenvolvimento de seus projetos pedagógicos”.

Para as vagas de Especialista, não há distinção de habilitações: os servidores poderão atuar como orientadores educacionais, supervisores ou coordenadores pedagógicos, desempenhando funções fundamentais na organização da escola e no aprimoramento dos processos de ensino. Já os cargos de Professor abrangem várias disciplinas como História, Geografia, Química, Física, entre outras, que compõem o currículo básico dos anos finais do Ensino Fundamental e de todo o Ensino Médio. Especificamente para esta carreira, as 16 mil vagas estão distribuídas entre 848 municípios mineiros, no universo de 852 municípios que contam com escolas estaduais.

 

Etapas

O concurso é dividido em duas etapas. A primeira consiste na aplicação das provas objetivas e a segunda na avaliação de títulos. 

As provas objetivas vão contar com 60 questões de Língua Portuguesa, Matemática, Conhecimentos didático-pedagógicos e conhecimentos específicos, e está prevista para o dia 8 de abril de 2018. Os candidatos terão como locais de provas todas as cidades-sede das Superintendências Regionais de Educação.

 

 

Objetivo do encontro foi conhecer o plano de intervenção federal no Rio de Janeiro e alinhar medidas preventivas conjuntas; CICC Móvel atuará nas divisas com estados vizinhos

 

O secretário de Segurança Pública de Minas Gerais, Sérgio Barboza Menezes, participou nesta quinta-feira (22/2) de uma reunião com o ministro da Justiça, Torquato Jardim e os secretários de segurança de São Paulo, Mágino Alves Barboza Filho, e do Espírito Santo, André Garcia, na capital paulista. Sérgio Menezes pediu a agenda conjunta na última semana para conhecer detalhes da ação prevista pelo Governo Federal no Rio, após o anúncio da intervenção na área de segurança pública. A intenção, segundo ele, foi conhecer o plano com os detalhes que o tema exige e, com isso, promover o alinhamento preventivo entre os estados vizinhos. O reforço na segurança pública em Minas Gerais é uma determinação do governador Fernando Pimentel.

No encontro, Sérgio Menezes propôs o reforço da integração entre as inteligências de Minas, São Paulo, Rio e Espírito Santo, com troca de informações de forma contínua e com acesso a possíveis alertas e movimentos identificados da ação no Rio. O “esforço de inteligência integrado”, como destacou Menezes, vai focar, principalmente, no mapeamento das divisas, avaliações de fluxos de entrada de armas e drogas e na gestão estratégica de alvos. A proposta mineira foi aceita pelo grupo, que já marcou para a próxima semana uma reunião com as áreas de inteligência dos estados e do Ministério da Justiça para tratar os desdobramentos.

O secretário mineiro sugeriu ainda a reativação de um comitê muito bem-sucedido no estado, nas Olimpíadas em 2016, chamado de Comitê Executivo de Segurança Integrado Regional (Cesir). Por meio do Centro Integrado de Comando e Controle Regional (CICCR), do Governo do Estado, a Secretaria de Segurança Pública (Sesp), Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros Militar, Polícia Federal, Exército, Polícia Rodoviária Federal e Sistema Prisional atuariam em conjunto, de forma a tomar decisões estratégicas de forma integrada, rápida e inteligente.

Menezes, entretanto, é enfático na afirmação de que as ações e integrações realizadas até então são preventivas, uma vez que não acredita na migração de criminosos para Minas, baseado em experiências anteriores e na capacidade técnica das forças de segurança do Estado. Para ele, Minas está em posição privilegiada, preparada nas áreas de inteligência e operacional, com queda nos índices de criminalidade e, por isso, trabalha para manter essa continuidade. “Estamos aqui para entender o que se pretende com a intervenção e, também, até oferecer ajuda ao Rio, se for preciso”, ressaltou.

 

Reforço de policiamento e CICC Móvel

Como apoio no reforço das divisas de Minas, uma superestrutura de segurança para vigilância das áreas limítrofes será utilizada em estradas de regiões vizinhas ao Rio, como Juiz de Fora. Os detalhes da operação ainda estão sendo fechados e serão divulgados em breve.

O CICC Móvel é uma carreta com tecnologia embarcada, câmeras que se elevam 30 metros e alcançam até 5km, com imagens nítidas e visão térmica e noturna. Do local, várias instituições poderão trabalhar de forma conjunta e abordar pessoas e veículos utilizando cruzamento de bancos de dados e sistemas como leitura de placas, consulta de foragidos, etc.

A ação se soma o anúncio já realizado pelo Comando da Polícia Militar, no início da semana, de reforçar o policiamento de áreas de divisas, de forma preventiva, para tranquilizar os moradores das cidades de áreas limítrofes ao Rio.

 

O texto que estabelece a segmentação de disciplinas de acordo com áreas do conhecimento e a implementação gradual do ensino integral, conhecido como Novo Ensino Médio, completa um ano nesta sexta-feira (16) ainda com desafios a serem cumpridos. O principal deles é, sem dúvida, a aprovação da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que sofreu com atrasos e discussões sobre pontos polêmicos em 2017.

As mudanças práticas nas escolas brasileiras ainda dependem da homologação da BNCC, ainda sem data para acontecer. Se a Base for aprovada ainda este ano, por exemplo, as escolas teriam até 2020 para se adaptar à proposta.

De toda forma, alguns avanços podem ser notados. Segundo o coordenador de Ensino Médio do Ministério da Educação, Wisley Pereira, ampliar o tempo de permanência do aluno nas escolas ainda é um dos objetivos da reforma do Ensino Médio.

“Estamos completando um ano que o nosso presidente sancionou o Novo Ensino Médio. Neste um ano, o ministério da Educação ampliou a oferta de educação em tempo integral para o Ensino Médio, com o Programa Ensino Médio em Tempo Integral, em que nós temos aproximadamente quase mil escolas participando do programa. Nossa intenção é dobrar o número de matrículas de Ensino Médio em tempo integral”, explicou Pereira.

Uma pesquisa feita pelo MEC com diretores e ex-diretores de 401 escolas que implementaram o ensino médio em tempo integral no ano passado revela que 91% deles acreditam no impacto das mudanças. Para esses 91%, houve melhora significativa nas habilidades cognitivas dos estudantes.

O professor e especialista em educação Célio Cunha vê as mudanças com bons olhos, mas alerta que somente a aplicação da Base Nacional Comum Curricular não resolverá todos os problemas enfrentados por professores e alunos do ensino médio.

“Há uma série de desafios na educação brasileira que precisam ser enfrentados conjuntamente. Não adianta você ter apenas um bom currículo se você não tiver professores, instalações, infraestrutura de escola, participação da sociedade, da família. Ou seja, é preciso que todos os fatores associados à categoria do ensino, associados à aprendizagem, caminhem juntos”, opinou.

 

Se a Base Nacional do Ensino Médio for aprovada ainda este ano, as escolas teriam até 2020 para se adaptar à propostaInvestimentos

No mês passado, o governo anunciou a liberação de R$ 406 milhões para o Programa de Fomento às Escolas de Ensino Médio em Tempo Integral. O recurso será destinado às 27 unidades da Federação ao longo deste ano. Com o programa, o governo pretende ampliar a jornada escolar de 800 para 1000 horas, obrigatoriamente.

Isso significa que os turnos vão passar das atuais quatro horas para cinco horas diárias. Depois, essa carga anual deve chegar a 1.400 horas, mas não há prazo estipulado para cumprimento dessa meta.

Para aderir ao programa, as secretarias de educação dos Estados e do Distrito Federal devem apresentar um plano de implementação ao MEC. Entre os itens que serão avaliados pela pasta, está o número mínimo de 60 matrículas em tempo integral por ano escolar e carga horária de nove horas diárias. Além das matérias obrigatórias, os alunos podem escolher disciplinas de acordo com o seu objetivo.

Dados do Censo Escolar 2017, do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), apontam que as matrículas no ensino integral da rede pública cresceram em todos os níveis da educação básica. Nas escolas de ensino médio, esse aumento foi de 22% e o percentual de alunos matriculados nessa modalidade também aumentou: em 2016, era 6,7%, enquanto no ano passado chegou a 8,4%.

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