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Maior feira virtual de intercâmbio do mundo acontece em 24 de março (quarta-feira), das 16h às 20h

A feira internacional de educação The Student World Virtual Fair tem ingresso gratuito e é exclusiva para brasileiros. Maior evento do mundo no segmento de intercâmbio, para participar basta ter um computador ou smartphone ligado à Internet e, em poucos cliques, os visitantes poderão interagir, ao vivo e de forma personalizada, com 87 instituições de 14 países, entre agências governamentais, escolas de idiomas e universidades, muitas delas ranqueadas entre as 300 melhores do mundo*. As inscrições podem ser feitas pelo link https://thestudent.world/brazil/pressbr .

Na plataforma virtual será possível encontrar informações sobre todas as modalidades de cursos (idiomas, high school, graduação, pós, mestrado, doutorado, MBA, técnicos e bolsas de estudos). A marca global gigante no setor anunciou que, mesmo após encerrar a pandemia, seguirá realizando as feiras somente em plataforma virtual.


Com experiência de 22 anos em feiras presenciais, realizadas até o início da pandemia em 50 cidades de todos os continentes, a tecnologia desenvolvida pela FPP EDU Media desde 2015 é única no setor de intercâmbio e está possibilitando fomentar o segmento e o sonho de profissionais e estudantes que buscam qualificação e novas vivências no exterior.


Para o CEO da empresa, Sebastian Fernandes, o formato virtual chegou para ficar. "O modelo conquistou a preferência dos estudantes e das instituições de ensino pelo acesso 'mais democrático', crescimento da participação de escolas de idiomas e universidades, além dos benefícios de praticidade, segurança, conforto e redução de custos", explica.


A plataforma foi pensada detalhadamente para que os visitantes possam realmente ter a experiência de passear por uma feira, sem sair do conforto da sua casa. As instituições estarão on-line, ao mesmo tempo, em um único lugar para conversar por texto, áudio ou vídeo, de forma privada, com pessoas de qualquer parte do Brasil. Não existe nada parecido em nosso segmento. O ambiente é fácil de navegar, amigável e tem um design muito atraente", conclui Fernandes.


Para a diretora executiva da BELTA (Associação Brasileira de Agências de Intercâmbio), Maria Eglantine Gabarra, também com presença confirmada no evento, "o estudante quer fazer o seu curso presencial, pegar o avião. Mas a pesquisa por meio de feiras virtuais é uma tendência sem volta. No virtual, as pessoas não ficam sem respostas, já no presencial, pela alta procura nos estandes, isso acaba acontecendo".


Os países mais procurados pelos brasileiros para intercâmbio, segundo a pesquisa Selo BELTA 2020, estão confirmados para o evento. São eles: Canadá, Estados Unidos, Reino Unido e Austrália. Também participam da feira: Espanha, Alemanha, Dinamarca, Holanda, Itália, Portugal, República Tcheca, Suécia, Japão e Coreia do Sul.


SERVIÇO:


O QUÊ: Feira Virtual de Intercâmbio The Student World

QUANDO: 24 de março (quarta-feira), das 16h às 20h

QUANTO: Entrada franca

INSCRIÇÕES E MAIS INFORMAÇÕES: https://thestudent.world/brazil/pressbr

TUTORIAL PARA PARTICIPAR DA FEIRA:

https://www.youtube.com/watch?v=1d4NBKYAzqs


VANTAGENS DO VIRTUAL


No conforto do lar: Os estudantes podem interagir com instituições do mundo inteiro sem sair de casa.

Acesso à todas as cidades brasileiras: Possibilitam a participação de estudantes de todo o país, não somente daqueles que vivem nas grandes capitais.

Segurança à saúde: Em tempos de pandemia e distanciamento social, a feira online é a opção ideal.

Economia de tempo e dinheiro: Não é necessário deslocamento, enfrentar filas, ter gastos com passagens, hotéis, alimentação.

Presença maior de escolas e universidades: Sem custos de viagens ao Brasil e acesso a um maior número de estudantes, as instituições aumentaram o interesse em participar da feira.

Agilidade e acesso à informação: É possível realizar buscas de acordo com o tipo de instituição, sua localização e programas oferecidos, o que torna a experiência mais ágil e produtiva. É possível também enviar e fazer downloads de fotos, vídeos, links e documentos informativos mais completos. Além disso, os estudantes podem participar de chamadas de áudio e vídeo particulares e "ao vivo" com os representantes de instituições do mundo inteiro e agências de governo.

Organização da informação: Os estudantes podem favoritar as instituições e programas que mais interessam, organizando suas listas para consultas posteriores e tomada de decisão.

Acesso a informações pós-evento: Todas as conversas que os estudantes realizam com as instituições por meio da plataforma ficam salvas e podem ser acessadas futuramente por eles para lembrança de pontos importantes e compartilhamento.

Redução do impacto ambiental (eco-friendly): Eventos online economizam recursos naturais e reduzem os impactos no meio ambiente, uma vez que diminuem a quantidade de papel distribuído e a emissão de gases. Não são necessários a produção de materiais gráficos e de comunicação visual, o deslocamento de expositores e visitantes, a geração de lixo.


*Times Higher Education Rankings 2021.

 

Russo, árabe, chinês? Violino, guitarra? Física quântica? Nosso cérebro está preparado para aprender qualquer coisa, por mais difícil que seja, e em geral conseguimos fazer isso de forma rápida.

Mas isso acontece principalmente no nosso contato inicial com alguma coisa nova. Foi o que alguns pesquisadores identificaram: há um período de aprendizagem mais produtivo nas primeiras 20 horas de contato com a matéria. Isso tem a ver com a capacidade de resposta e interesse que o nosso cérebro demonstra diante de novos estímulos.

O filósofo e psicólogo alemão Hermann Ebbinghaus desenhou no final do século 19 o que chamou de "curva de aprendizagem". Ela se fundamenta em duas variáveis: um eixo vertical que representa a matéria ou o conhecimento a ser adquirido, e um horizontal, que representa as horas necessárias para o aprendizado.

Desta forma, podemos calcular o tempo que precisamos para aprender algo. Em uma empresa, por exemplo, é comum avaliar a produtividade de um funcionário conforme o tempo que ele precisa para cumprir as tarefas determinadas, e também se determina o nível de dificuldade delas dependendo do tempo necessário para realizá-la.
A aprendizagem de uma coisa nova costuma ser mais produtiva nas primeiras horas

Com o diagrama, Ebbinghaus queria ilustrar que, em nosso contato com algo novo, a maioria dos conhecimentos são adquiridos logo no início.

Depois de certo tempo, a aprendizagem diminui e entramos em um período de aperfeiçoamento, que é menos produtivo, porque demoramos mais para conseguir os objetivos.

Isso tem a ver com um processo do cérebro chamado "habituação", que é a fase mais primitiva da aprendizagem.

Diante de um estímulo novo, a resposta sensitiva e receptiva do cérebro é muito intensa. Na medida em que esse estímulo se repete, a resposta passa a ser menos potente.

Por isso, aprender algo novo, por mais difícil que seja, é um processo que acelera rapidamente, já que começamos do zero. Depois, esse nível de aprendizagem diminui.
A regra das 5 horas

Esse período de escalada na aprendizagem acontece nas primeiras horas de contato com uma matéria nova, segundo Josh Kauffman, escritor e especialista em processos didáticos e produtividade.

 Nosso cérebro está mais alerta para novas informações e estímulos - quando você 'se acostuma' com a nova informação, tende a perder o interesse

Um dos líderes da Revolução Americana, Benjamin Franklin, usava um método específico de horas para aprender coisas novas. Ele ficou conhecido como "a regra das cinco horas".

A cada dia da semana, de segunda a sexta-feira, Franklin dedicava pelo menos uma hora a aprender algo novo que ainda não conhecesse. Depois de um tempo, quando sentia que já havia adquirido um bom nível de conhecimento, passava para outra matéria.

Se aplicássemos a regra das cinco horas, a cada quatro semanas aprenderíamos algo novo com habilidade suficiente, garante Kauffman em seu livro "As primeiras 20 horas: como aprender qualquer coisa rapidamente".

Esse sistema, com algumas variações, é usado hoje em dia por empresários de sucesso, como Elon Musk, Warren Buffet, Mark Zuckerberg e Oprah Winfrey. Eles próprios confirmaram isso recentemente em declarações sobre o sucesso de suas carreiras.

A chave, portanto, parece residir em dois fatores: em nós mesmos e na nossa força de vontade para "encontrar tempo" de aprender algo "deliberadamente", como diria Franklin.

 

São quatro vagas de professor substituto, nas áreas de administração, biologia, geografia e psicologia, sendo três do Campus Bambuí uma do Campus Ouro Branco. A vaga de professor visitante é para o Campus São João Evangelista, na área de história.

(23/01/2020) Mais três editais lançados pelo Instituto Federal de Minas Gerais (IFMG) neste mês de janeiro preveem a contratação de docentes. São cinco vagas com inscrições abertas, sendo quatro para professor substituto e uma vaga de professor visitante. No Campus Bambuí, a seleção busca docentes nas áreas de biologia, geografia e psicologia. Já em Ouro Branco, o campus vai contratar professor da área de administração. A vaga de professor visitante, na área de história, é para o Campus São João Evangelista.

No caso do edital nº 03/2020, a seleção de professor substituto recebe inscrições até o dia 6 de fevereiro. As três vagas são para o Campus Bambuí e tem carga horária de 40 horas semanais. A remuneração varia de R$ 3.841,90 a R$ 5.402,02. Ao valor, será acrescido auxílio alimentação de R$ 458. A taxa de inscrição neste processo seletivo é de R$ 50.

Para o edital nº 01/2020, o requisito é que os candidatos interessados em ser professor substituto do Campus Ouro Branco tenham graduação em Administração. As inscrições estão abertas até 29 de janeiro e a taxa é de R$ 50. O selecionado terá regime de trabalho de 40 horas semanais e vai atuar em disciplinas que envolvam os seguintes tópicos: empreendedorismo; marketing; teoria geral da administração; comportamento organizacional; processo decisório; comércio exterior; introdução à administração pública; e economia. A remuneração é de R$ 3.841,90 mais benefícios.

As normas para a vaga de professor visitante do Campus São João Evangelista estão discriminadas no edital nº 03/2020. Neste caso, o interessado deve possuir os seguintes requisitos: ter título de doutor em História; ser docente ou pesquisador de reconhecida competência em sua área; ter produção científica relevante. As inscrições estão abertas até 16 de fevereiro, com taxa de R$ 50. O regime de trabalho é de 40 horas semanais, com remuneração que pode chegar a R$ 6.289,21. A seleção será realizada por meio de avaliação do currículo e apresentação oral do projeto.

Outras informações sobre os três editais podem ser acessadas no site www.ifmg.edu.br, onde estão os links de inscrição.

Inscrições para o Sisu 2020: como funciona o sistema de seleção unificado de universidades para participantes do Enem

 

Estão abertas as inscrições para o Sisu 2020 (Sistema de Seleção Unificado).

É a oportunidade de estudantes que fizeram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) concorrerem a vagas em universidades públicas estudais e federais de todo o país.

Neste primeiro semestre, serão oferecidas 237 mil vagas em 128 instituições de ensino.

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Os candidatos podem se inscrever até as 23h59 de domingo, 26 de janeiro — o prazo foi prorrogado em dois dias após a identificação de erros de correção em parte das provas do Enem.

Na noite de segunda-feira (20), o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep, autarquia responsável pela elaboração da prova) afirmou que as "inconsistências" foram detectadas em notas de 5.974 participantes do Enem, cerca de 0,15% do total de candidatos presentes (3,9 milhões), e já foram corrigidas no sistema.
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O que é o Sisu?

Criado em 2009, o Sisu é uma das políticas de acesso ao ensino superior do Ministério da Educação (MEC), pelo qual as universidades públicas oferecem vagas a estudantes que fizeram o Enem.

A seleção acontece duas vezes por ano: uma no início do primeiro semestre e a outra no início do segundo semestre.

O processo seletivo é totalmente automatizado e utiliza as notas no Enem para classificar os candidatos.
Quem pode participar?

Para concorrer a uma vaga no Sisu 2020, é preciso ter feito o Enem 2019 e ter tirado nota acima de zero na prova de redação.

Quem fez o Enem como "treineiro", ou seja, que ainda não concluiu o ensino médio, não está apto a concorrer.
Como se inscrever

As inscrições, que vão de 21 a 26 de janeiro, são gratuitas e devem ser feitas pelo site do Sisu — é preciso ter em mãos o número de inscrição do Enem e a senha cadastrada.

O candidato deve escolher até duas opções de curso, indicando a ordem de preferência, as universidades pretendidas, o turno e modalidade de concorrência (ampla concorrência, cotas ou ações afirmativas).

As opções de curso podem ser alteradas enquanto o período inscrições estiver aberto — o Sisu considera válida a última opção registrada pelo estudante.

Caso o candidato tenha um desempenho que permita ser selecionado para ambos os cursos, prevalecerá a primeira opção.
Como é feita a seleção?

Os candidatos são selecionados com base na nota do Enem, no número de vagas em cada curso e na modalidade de concorrência.
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Image caption O Sisu é atualmente um dos sistemas de acesso ao ensino superior no Brasil

Algumas instituições de ensino exigem uma média e/ou nota mínima em determinada prova do Enem para que o candidato se inscreva em certos cursos.

Um curso de medicina, por exemplo, pode exigir uma média (soma de todas as notas obtidas nas provas do Enem, dividida por cinco) mínima igual ou superior a 560 pontos, e nota mínima de 400 pontos em Ciências da Natureza.

Além disso, as universidades podem dar pesos diferentes às notas das provas do Enem — para um curso de física ou química, pode ser que a nota de Ciências da Natureza tenha mais peso, por exemplo.

Desta forma, a nota do candidato pode variar dependendo do curso para o qual ele está concorrendo.

Enquanto durar o período de inscrição, o estudante pode consultar a sua classificação parcial, calculada com base nas notas dos candidatos inscritos na mesma opção.

Ela pode variar conforme novos candidatos forem se inscrevendo.
O que é a nota de corte?

Uma vez por dia, o MEC também divulga no site do Sisu as notas de corte — que nada mais são do que a menor nota para ficar entre os selecionados na modalidade de concorrência escolhida de determinado curso.

Ela é calculada de acordo com o número de vagas e o total de candidatos inscritos.

O estudante pode, portanto, acessar o sistema diariamente para ter uma ideia se a disputa por determinada vaga ainda é viável ou se deve alterar sua opção de curso para aumentar as chances de ser selecionado.

Segundo o MEC, a nota de corte serve apenas como uma referência para auxiliar o candidato a monitorar sua inscrição — e não representa uma garantia de que o estudante será selecionado.
Simulador de notas

O MEC disponibiliza um simulador de notas de corte do Sisu online, que permite aos candidatos consultarem as notas de corte de edições anteriores.
Resultado

O candidato pode acompanhar sua inscrição e ter acesso às classificações parciais e notas de corte por meio do site ou aplicativo do Sisu, disponível para Android e IOS.

O resultado será divulgado no dia 28 de janeiro.
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Image caption Classificação final do Sisu será divulgada no dia 28 de janeiro

Quem não for convocado, tem a opção de entrar na lista de espera.
Lista de espera

Para participar da lista de espera, o candidato não pode ter sido selecionado para nenhuma de suas opções de curso.

É importante lembrar que não se trata de um processo automático — o prazo para os estudantes manifestarem interesse em integrar a lista de espera vai de 29 de janeiro a 4 de fevereiro.

Já a convocação dos candidatos pelas universidades acontecerá entre 7 de fevereiro e 30 de abril.

No caso da lista de espera, o MEC lembra que a convocação para a matrícula cabe às próprias instituições de ensino. Desta forma, é importante que os candidatos acompanhem as convocações da lista de espera junto às universidades.
Prouni

Os estudantes que não conseguiram uma vaga na universidade por meio do Sisu têm a chance de disputar uma bolsa de estudos na rede privada de ensino superior.

Criado em 2005, o Programa Universidade para Todos (Prouni) é voltado para estudantes de baixa renda e também seleciona os candidatos com base no desempenho no Enem.

A média é calculada somando-se as notas das cinco provas do exame (Redação, Linguagens, Matemática, Ciências Humanas e Ciências da Natureza). Quanto maior a média, maior a chance de o aluno conquistar a bolsa. O candidato pode se inscrever em até duas opções de bolsas.

As inscrições para o processo seletivo podem ser feitas de 28 a 31 de janeiro.

 

 

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