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Confira, a seguir, uma lista com todas as modalidades das Olimpíadas de Tóquio 2021 e as características de cada uma. 1.Basquete
A primeira vez que o basquetebol figurou nas Olimpíadas valendo medalha foi em 1936, em Berlim.
Nas modalidades masculina e feminina, os Est. Unidos são os maiores vencedores do basquete mundial. 2. Basquete 3 x 3
A modalidade, variação do tradicional basquete 5 x 5, fará a estreia nos Jogos Olímpicos em Tóquio. 3.Tiro com arco
Modalidade intro-duzida nas Olimpíadas de Seul, em 1988, tem os sul-coreanos como potência hegemônica - eles conquistaram todos os ouros nos jogos do Rio de Janeiro, em 2016 . 4.Ginástica artística
Uma modalidade presente desde a primeira versão dos Jogos Olímpicos modernos, em 1896.
No masculino, os melhores ginastas são de Japão, China e Rússia. Entre as mulheres, destacam-se Estados Unidos, Rússia e China. 5. Nado artístico
A tradição da modalidade vem do nado ornamental e ballets aquáticos, comuns no fim do século 19.
O esporte estreou nas Olimpíadas em 1984, em Los Angeles, e tem Estados Unidos e Canadá como maiores vencedores historicamente.
6. Atletismo
O esporte é dividido em várias categorias e sempre esteve presente nos Jogos Olímpicos modernos.
Nas provas curtas, americanos e atletas dos países caribenhos dominarm.. Nas de longa distância, os africanos são os mais fortes.
7. Badminton
Esporte olímpico desde os jogos de Barcelona, em 1992, o badminton - uma mistura de tênis com vôlei, em que a bola é uma peteca - é dominado pelos chineses. 8.Baseball esoftball
Em português, beisebol e softbol.
O baseball era um esporte de demonstração no começo do século 20, passando a valer medalha em 1992.
Depois de 2008, deixou de ser um esporte olímpico, mas voltará a ser em Tóquio
Cuba é o país com mais medalhas de ouro na modalidade. Softball é um esporte irmão.
9. Vôlei de praia
A estreia do vôlei de praia como esporte olímpico foi em 1992, em Barcelona.
Os países mais fortes na categoria são Brasil e Estados Unidos.
10. Boxe
Boxe é uma das modalidades das Olimpíadas desde 1904, quando os jogos foram disputados em St. Louis.
Cuba e Estados Unidos são os dominantes da categoria.
11.Canoagem Slalom
É uma modalidade em que o canoísta deve completar um percurso em cor-redeira no menor tempo possível.
Sua estreia olímpica foi em Munique, em 1972, e os europeus República Tcheca, Alemanha, França, Eslová-quia, Eslovênia e Grã-Breta-nha são favoritos.
12. Canoagem velocidade (sprint)
Essa categoria é realizada em água plana, em baterias de várias distâncias.
Antes de se tornar uma das modalidades das Olimpíadas, em 1936, a canoagem sprint foi um esporte de demonstração.
Nesse esporte, há vários países com bons resultados, como Alemanha, Grã-Bretanha e Brasil. 13.Ciclismo BMX corrida
Diferente do freestyle, aqui, o objetivo é chegar na frente dos adversários ao percorrer uma pista.
A primeira competição a nível olímpico ocorreu em Pequim, 2008.
Estados Unidos, Colômbia e Austrália são três dos países mais tradicionais na modalidade.
14.Ciclismo BMX Freestyle
Nessa modalidade, os competidores têm duas oportunidades para mostrar suas manobras em 60 segundos.
A categoria vai estrear como esporte olímpico em Tóquio.
Os favoritos à medalhas vêm da Austrália, Vene-zuela, Japão, Estados Unidos e Inglaterra.
15.Ciclismo mountain bike
Os participantes percorrem entre quatro a seis quilômetros em trilha.
Tornou-se uma das modalidades das olimpíadas em 1996, em Atlanta.
16.Ciclismo de estrada
Essa modalidade existe desde os primeiros Jogos Olímpicos, em 1896.
Em 2021, será a primeira vez que o ponto de partida e de chegada dos ciclistas serão diferentes (tradicionalmente, era um circuito).
Os países europeus são os mais fortes na modalidade, mas, nos últimos anos, a Colômbia tem apresentado ciclistas de destaque, inclusive o último campeão do Tour de France. 17. Ciclismo de pista
Nessa modalidade, os ciclistas competem em uma pista fechada.
É disputada desde 1896.
Nas últimas Olimpíadas, os britânicos faturaram a maior parte das medalhas. 18.Saltos ornamentais
O esporte em que os competidores fazem acrobacias ao saltar em uma piscina se tornou uma das modalidades em 1904.
Estados Unidos são a potência hegemônica, mas, desde 1984, os chineses têm disputado no mesmo nível.
19. Hipismo
Modalidade que estreou nas Olimpíadas em 1900, envolve competições individuais e em time.
Entre as nações favoritas, estão Suécia, França, Estados Unidos e Grã-Bretanha.
20. Esgrima
Esporte olímpico desde a fundação das Olimpíadas modernas, a esgrima tem participantes fortes de todos os continentes, que a torna uma das modalidades mais difíceis de prever o resultado.
21. Futebol
Nas Olimpíadas, é o esporte reconhecido como o mais popular do planeta é disputado por jogadores com até 23 anos de idade.
O futebol é jogado nas Olimpíadas desde 1900 e tem o Brasil como um dos países favoritos à medalha de ouro.
22. Golfe
O golfe figurou como uma das modalidades das Olimpíadas de 1900 e 1904, depois deixou de ser esporte olímpico, voltando a ser em 2016.
Os americanos são os maiores vencedores na categoria masculina, enquanto as competidoras da Coreia do Sul são as favoritas no feminino.
23. Handebol
Originalmente jogado ao ar livre, o handebol se tornou esporte olímpico em 1936, nas Olimpíadas de Berlim. Entre os homens, apenas uma vez um país não europeu ganhou ouro: a Coreia do Sul, que já faturou seis medalhas no feminino. 24. Hóquei na grama
Como estamos falando dos Jogos Olímpicos de verão, o hóquei é jogado na grama, não no gelo.
Tornou-se esporte olímpico em 1908 e tem a Índia como principal equipe no cenário global.
25. Judô
Arte marcial de origem japonesa tornou-se esporte olímpico em 1964, e é uma das modalidades das Olimpíadas que mais garantem medalhas para o Brasil.
26. Karatê
Em 2021, veremos pela primeira vez o karatê como esporte olímpico.
Apesar de ser uma modalidade tradicional japonesa, os campeonatos mundiais têm vencedores de várias nacionalidades. 27.Maratona aquática
A estreia como uma das modalidades das Olimpíadas ocorreu em Pequim, em 2008.
É um esporte em que atletas de vários países têm chances de medalha.
28.Pentatlo moderno
Modalidade curiosa, pois agrega hipismo, esgrima, natação, corrida e tiro em uma única competição.
Esporte desde os jogos de Estocolmo, em 1912, o pentatlo moderno tem Hun-gria e Suécia entre os países mais fortes. 29.Ginástica rítmica
Esporte olímpico desde 1984, a ginástica rítmica é há muito tempo uma modalidade liderada pela Rússia.
30. Remo
O remo estreou como esporte olímpico nos jogos de Paris, em 1900.
Atualmente, Nova Zelândia, Grã-Bretanha, Alemanha, Austrália e Estados Unidos estão entre os países mais fortes na modalidade.
31. Rugby
As disputas do rugby valeram medalha olímpica em 1900, 1908 e 1924.
Depois de muito tempo, voltou a ser um esporte olímpico em 2016, em um formato com sete jogadores em cada time - a modalidade mais jogada é com 15.
Nova Zelândia costuma impor muito medo aos adversários, mas África do Sul, Grã-Bretanha e França também têm times fortes.
32. Vela
Desde as Olimpíadas de 1900, só em 1904 os Jogos Olímpicos não tiveram competições de vela.
Europeus da Grã-Bretanha, Espanha, França e Noruega são fortes, mas Estados Unidos, Austrália e Nova Zelândia têm se destacado também.
33. Tiro
Desde os primeiros Jogos Olímpicos nesta versão moderna, em 1896, apenas em duas ocasiões não houve competição de tiro.
Os maiores medalhistas são Estados Unidos, China e Coreia do Sul.
34. Skate
Um esporte urbano bem mais recente que a maioria das outras modalidades das olimpíadas, o skate fará sua estreia nos jogos de Tóquio.
Os donos da casa estão particularmente esperançosos, já que Aori Nishimura é uma das favoritas a levar medalha na categoria feminina, e Yuto Horigome no masculino.
35. Escalada
É mais um esporte que vai estrear nos Jogos Olímpicos de Tóquio.
Japão, Alemanha, Grã-Bretanha e Eslovênia têm boas chances de medalha nesta modalidade.
36. Surfe
A maior potência historicamente no esporte são os Estados Unidos, mas, recentemente, os brasileiros têm faturado muitas conquistas.
37. Natação
A primeira vez que uma piscina foi utilizada para a competição de natação nas Olimpíadas foi em 1908, em Londres.
38. Tênis de mesa
A estreia do tênis de mesa como esporte olímpico ocorreu em 1988, nos jogos de Seul.
É uma das modalidades das olimpíadas com a maior supremacia de um país, a China.
39. Taekwondo
A arte marcial apareceu pela primeira vez nos Jogos Olímpicos em 1988, na Coreia do Sul.
Valendo medalha, a estreia foi em Sydney, no ano de 2000.
Coreanos são os favoritos nesta modalidade.
40. Tênis
Este é um esporte que estava nas primeiras Olimpíadas modernas, mas depois de 1924 foi removido dos Jogos Olímpicos, retornando em 1988.
Entre os homens, os principais atletas do mundo no tênis são o suíço Roger Federer, o sérvio Novak Djokovic e o espanhol Rafael Nadal.
41. Ginástica de trampolim
Tornou-se uma das modalidades das Olimpíadas em 2000, nos jogos de Sydney.
Até aqui, os países que mais conquistaram medalhas na categoria são China e Canadá.
42. Triatlo
O esporte, que combina natação, ciclismo e maratona, tornou-se uma modalidade olímpica em 2000.
Há vários países com chance de medalha.
43. Vôlei
Em 1964, Tóquio também sediou as Olimpíadas - e foi naquele ano que o voleibol se tornou um esporte olímpico.
É uma das maiores esperanças de medalha para o Brasil, tradicionalmente muito forte na categoria.
44. Polo aquático
Espécie de handebol na água, o polo aquático apareceu ainda nas Olimpíadas de Paris, em 1900.
Esporte em que países do leste europeu, como Hungria, Sérvia e Croácia são muito competitivos.
45. Halterofilismo
O levantamento de pe-so está presente desde as Olimpíadas de 1896, em Atenas.
China e países do antigo bloco soviético têm grande tradição na conquista de medalhas nesta modalidade.
46. Luta
A modalidade é disputada em duas categorias: luta greco-romana, presente desde as primeiras Olimpíadas, desde 1904.
Atletas russos são os mais vencedores, seguidos por lutadores dos Estados Unidos, Japão, Geórgia e Turquia.

O presidente Guy Peixoto Jr, da Confederação Brasileira de Basketball (CBB), declarou apoio à chapa “COB + Forte”, comandada por Rafael Bittencourt Westrupp (ex-atleta de Tênis) e Emanuel Scheffer Rego (ex-atleta de Vôlei de Praia), para a eleição do Comitê Olímpico do Brasil (COB), que escolherá presidente, vice-presidente e sete membros representantes das Entidades Nacionais de Administração do Desporto e um membro independente.

Segundo o presidente da CBB, a escolha pela ‘COB + Forte’ veio graças ao alinhamento de ideias. “Esta chapa, que conta com dois ex-atletas no comando, é a que mais se assemelha aos conceitos da nossa modalidade, além de ser a que mais pode auxiliar o futuro do basquete nacional e do esporte como um todo”, explicou Guy.

“Além disso, ‘COB + Forte’ já conta com apoio de modalidades importantes, como o futebol e o vôlei, entre outras”, completou o presidente da CBB.

A eleição está agendada para acontecer no dia 07 de outubro (quarta-feira), no Rio de Janeiro (RJ).


O Museu do Futebol busca preservar e difundir um acervo de referências sobre o futebol, tratado na exposição, não só como esporte, mas também como um aspecto social importante do Brasil.

O Museu do Futebol faz parte da rede estadual de museus da cidade de São Paulo, e busca levar ao visitante uma experiência lúdica, ao longo dos três andares que ocupa dentro do Pacaembu. O objetivo do museu é trazer uma visitação contínua e harmônica, sem quebras bruscas de temas quando se passa de uma sala para outra. Além das atrações, o Museu também oferece aos visitantes um acervo de conteúdos relacionados ao futebol, é a primeira biblioteca e midiateca pública especializada em futebol no Brasil. O Centro de Referência do Futebol Brasileiro inclui mais de 1.500 artigos, livros e DVDs, além de computadores pelos quais é possível acessar diversos conteúdos digitais.A instituição conta com exposições temporárias como de troféus de campeonatos estrangeiros.
O museu possui ao todo uma área de 6,9 mil metros quadrados, divididos em 18 espaços e dois pavimentos, além da área denominada como Térreo.
Arquitetura
Com uma área de 6.900m², o Museu do Futebol preserva o patrimônio público da cidade de São Paulo e revela de forma imponente o Estádio do Pacaembu. A escolha do local foi justamente para garantir um novo e diferenciado uso ao estádio, que já possui por si só um importante papel no cenário do futebol brasileiro.
A proposta do arquiteto Mauro Munhoz, responsável pelo Museu do Futebol, foi reutilizar a fachada do Pacaembu, projetada pelo arquiteto Ramos de Azevedo, na década de 1930, e revelar as estruturas do estádio. Cada sala do Museu deixa à vista o concreto das arquibancadas do estádio. As paredes são de materiais brutos, como aço, madeiras e outros. Ainda assim, são feitas de modo a darem sentido ao que é mostrado em cada local de exposição.
A arquitetura do museu também se destaca por seu projeto de acessibilidade, que visa atender visitantes com deficiência visual, auditiva, física e intelectual. Além de ser gratuita a entrada de pessoas com deficiência, nos ambientes são disponi-lizadas informações em braile, audioguias e elevadores estão sempre disponíveis para o uso, além de também ser possível encontrar instrutores treinados para oferecer atendimentos quando necessário. Em 2014, a implementação do projeto rendeu ao espaço o 3º lugar no IV Prêmio Ibero-Americano de Educação e Museus.
A sala de número 9 é dedicada aos Heróis que contribuíram para a construção da identidade brasileira. Dentro da sala há homenagens para grandes nomes da literatura, como Carlos Drummond de Andrade, para pensadores, como o escritor Mário de Andrade, para a musa Carmen Miranda e, claro, para jogadores de futebol, como Domingos da Guia, entre muitos outros. Ainda na historicidade, o museu disponibiliza, na sala 10 dedicada aos Ritos de Passagens, um vídeo mostrando a final da Copa de 1950, disputada no Brasil, no qual a seleção canarinho perdeu o jogo final, em pleno Estádio do Maracanã para o Uruguai. O episódio, que ficou lembrado como Maracanaço, ainda registrou o maior público da história do futebol: segundo a Fifa, 174 mil pessoas pagaram para assistir à partida daquele 16 de julho de 1950,mas outras estimativas apontam que cerca de 199 mil torcedores estavam presentes no estádio no momento do jogo.

Honrarias
2009 - Certificado 5 estrelas em Acessibilidade, pela Secretaria Municipal de Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida de São Paulo
2012 - Prêmio Darcy Ribeiro conferido pelo IBRAM, pelo projeto educativo Deficiente Residente
2013 - 3º lugar no Prêmio Iberoamericano de Educação em Museus, pelo Projeto Educativo Deficiente Residente.
Eventos
Desde o momento de sua abertura em 2008, o museu recebe diversos eventos educativos e culturais que são abertos ao público em geral. Que podem ser acompanhados no site oficial do museu.
Um mês antes da realização dos Jogos Olímpicos de Verão de 2016 no Brasil, o Museu do Futebol recebeu a exposição o "Futebol nas Olimpíadas", que contou com diversos painéis interativos, histórias e curiosidades do mais popular esporte brasileiro, que naquele ano conseguiu conquistar pela primeira vez em sua história um título olímpico.Além disso, a programação de férias daquele ano contou com diversos equipamentos de esportes praticados nas olimpíadas como: vôlei, badminton, basquete, rugby, judô, boxe e ginástica rítmica.
Em agosto de 2015, o Museu do Futebol iniciou uma exposição itinerante pelo interior paulista. O "Museu do Futebol na Área", o projeto tem como intenção reproduzir alguns ambientes que podem ser encontrados em sua sede no Estádio do Pacaembu. Em cada cidade na qual o museu passa, o Centro de Refêreêcia do Futebol (CRFB), leva uma biblioteca com mais de 200 títulos que abordam as histórias dos clubes e jogadores consagrados que passaram pela região visitada. O Museu do Futebol na Área já passou por Piracicaba, Taubaté e Santos.
Em agosto de 2016, o Museu do Futebol, recebeu pela sua primeira vez o evento "CINEfoot".Evento que mostra diversas histórias do futebol e de jogadores com suas curtas e longasmetragens que trazem o futebol como seu principal tema. Naquele ano o evento teve como suas principais atrações o documentário "Suna-kali", que conta sobre um time de futebol composto por garotas do Nepal e foi mais de quinze vezes premiado festivais ao redor do mundo.
Em abril de 2017, O Museu do Futebol, em parceira com os canais ESPN, recebeu a Taça da Premier League (Primeira divisão de futebol inglês), que atraiu um grande público para o local. A taça esteve presente no Museu em sua primeira passagem no Brasil e ficou exposta para os amantes de futebol durante os dias 4 à 9 de abril. Também foram expostas camisas usadas por diversos jogadores que passaram pelo campeonato inglês que são consagrados no cenário do futebol mundial.

Futebol feminino
A instituição passou a valorizar o trajeto das mulheres no mundo do futebol, através de um projeto chamado "Visibilidade para o Futebol Feminino", criado em 2015. Esse projeto visa tirar da clandestinidade a historia do futebol feminino no Brasil e contar a vida de jogadoras importantes como Sissi, integrante da primeira seleção feminina convocada pela CBF, Pretinha que participou de quatro mundiais e quatro olimpíadas e Marta eleita cinco vezes a melhor jogadora do mundo pela FIFA. A exposição que resgata a história das atletas brasileiras no esporte mais popular do país, conta também com documentos com arquivos que passam a integrar o acervo do museu. No Foyer do Estádio, foram homenageadas vinte e quatro jogadoras da Seleção Brasileira, desde 1988. Na sala Anjos Barrocos, que traz painéis e projeções de jogadores que fazem a historia do futebol, aparecem jogadoras como Marta e Formiga, que está há vinte anos na Seleção Brasileira. Já na sala Origens, é contada a trajetória dos primeiros times femininos no Brasil.
Outro desdobramento do projeto “Visibilidade para o Futebol Feminino” é a mostra itinerante, composta por onze painéis, feita especialmente para viajar para outras localidades e colaborar para tornar mais conhecida a participação feminina no futebol”, afirma a diretora do Museu do Futebol, Daniela Alfonsi.Fazem parte da mostra três vídeos com roteiro de Marcelo Duarte e narração de Claudete Troiano, que contam como o futebol feminino foi relegado ao esquecimento e que a prática desse esporte foi proibida às mulheres durante 39 anos, por Getúlio Vargas, durante o Estado Novo em 1941, sob alegação de que o corpo das mulheres não era compatível com esportes de contato físico. A exposição foi montada com a participação das próprias atletas e com o apoio de clubes e centros de memória do Brasil e do exterior. São centenas de fotografias, recortes de jornais e documentos pertencentes aos arquivos pessoais das jogadoras que contam detalhes desta história. Pra isso, uniu pesquisa, programação cultural, ações educativas e exposições temporárias.
Visitas de personalidades
O Museu do Futebol é frequentemente visitado por jogadores e ex-jogadores de relevância no futebol brasileiro. Como traz em cada ambiente a história do esporte mais popular do país, acabou por tornar-se referência para encontros e entrevistas dos mais diversos jornais esportivos do país. E logo em sua inauguração, o Museu recebeu o maior jogador de todos os tempos, Pelé. Que teve a oportunidade de conhecer todas as áreas do Museu do Futebol, esporte no qual o ex-atleta foi multicampeão.Em 2015, antes da final da Copa do Brasil, disputada entre Santos e Palmeiras, os ídolos Ademir da Guia (ex-jogador do Palmeiras) e Pepe (ex-jogador do Santos) se encontraram no Museu do Futebol para conversarem sobre a decisão e se emocionaram, fazendo valer o intuito do Museu: o de tornar a história do futebol algo palpável a seus admiradores.
Em /02/de 2011, um dos principais jogadores da história do futebol brasileiro e o segundo maior artilheiro de todas as copas, Ronaldo Nazário, foi homenageado e esteve no Museu do Futebol durante o evento logo após de encerrar sua carreira. Ele recebeu do governador Geraldo Alckimin a medalha ao mérito esportivo e foi nomeado como membro titular do Comitê Paulista para a Copa de 2014.- Fonte . Wikipedia

 

A Seleção Brasileira feminina é comandada por uma treinadora estrangeira pela primeira vez na história. Trata-se da sueca Pia Sun-dhage, bicampeã olímpica como treinadora com a seleção dos Estados Unidos em 2008 e 2012. Ela assume o cargo após a queda nas oitavas da Copa do Mundo da França e a demissão de Vadão.


Neste ano, Pia esteve no Brasil à convite da própria CBF para um seminário sobre a categoria. Ela chegou a responder perguntas sobre a Seleção e abriu a possibilidade de estar no cargo futuramente. Pia Sundhage chega à Seleção Brasileira como referência no futebol feminino e carregando a expectativa de ajudar a reformular também as categorias de base. Ela era a treinadora da Suécia que eliminou o Brasil na Rio 2016 e foi vice-campeã posteriormente.


Ex-atacante, Sundhage se tornou profissional em 1977, pelo Falköpings. A carreira se desenvolveu na maior parte do tempo na própria Suécia, tendo maior destaque no Jitex e pelo Östers. A Lazio, da Itália, foi a única equipe fora do país. Ela foi campeã quatro vezes o campeonato sueco e (1979, 81, 84 e 89) e quatro vezes a Copa da Suécia (1981, 84, 94 e 95). Pela seleção sueca, a atacante marcou 71 gols em 144 jogos. Ela conquistou a edição inicial do Campeonato Europeu Feminino de seleções, que hoje é a Eurocopa, em 1985. Além disso, foi vice em 1987.


Fora dos campos
A carreira de treinadora começou antes mesmo da aposentadoria como jogadora. Ela acumulou as funções de 1992 a 1994 no Hammarby. Em 1998, se tornou assistente técnica do Vallentuna, da Suécia, e voltou a exercer a função no AIK Fotboll (SUE) e no Philadelphia Charge (EUA). Em 2003, ela assumiu o comando principal do Boston Breakers (EUA).
No ano seguinte, Sundhage voltou à Europa para treinar o Koltbotn (NOR) e ainda passou pelo Örebro (SUE). Por seleções, Pia foi auxiliar da China na Copa do Mundo Feminina de 2007, caindo nas quartas de final para a Noruega.
Foi a partir de 2008 que Pia Sundhage assumiu o destaque. Em 2007, após ser goleado pelo Brasil na Copa, os Estados Unidos apostaram no trabalho da sueca para dar a volta por cima. Nos Jogos Olímpicos de 2008 veio o primeiro grande título. Contra a Seleção Brasileira, as norte-americanas venceram por 1 a 0 na prorrogação. Em 2011, na Copa, as americanas perderam para o Japão na decisão. No ano seguinte, em uma revanche contra o Japão, a treinadora conquistou mais um ouro olímpico.
Ainda em 2012, Sundhage assumiu a Suécia. Na Euro de 2013, em casa, a seleção foi eliminada para a Alemanha na semifinal. Depois, em 2015, na Copa do Mundo, as suecas tiveram campanha decepcionante e se despediram nas oitavas de final. A recuperação veio em 2016, com a prata olímpica. Em 2017, a eliminação nas quartas de final da Euro decretou a demissão de Pia. No ano passado, ela assumiu a seleção da Suécia sub-17.

Respaldo e tempo de trabalho

No início do mês, quando a notícia de que Pia poderia comandar a Seleção começou a aparecer, a ex-zagueira dos Estados Unidos, bicampeã dos jogos olímpicos, e vencedora da Copa do Mundo de 1999, Kate Markgraf, aprovou a ideia. Elas trabalharam juntas em Pequim.
- Fique de olho mundo. Brasil agora terá o que sempre lhes faltou: um sistema de jogo que capitaliza a força para a mudança de jogo entre os 11 iniciais. O que ela fez por nós quando Wam-bach se lesionou em 2008 e com a Suécia em 2016 mostra sua flexibilidade no entendimento tático - escreveu no Twitter.
A torcida brasileira também fez coro pela treinadora. O coordenador de futebol feminino da CBF, Marco Aurélio Cunha, continua no cargo, apesar da demissão de Vadão.

Estréia

Não poderia ter estreia melhor para Pia Sundhage como treinadora da Seleção Brasileira Feminina,quando na quinta-feira,(29/08) o Brasil goleou a Argentina por 5 a 0 no Estádio do Pacaembu e se garantiu na final do Torneio Internacional de Futebol Feminino.
Com a vitória, o Brasil encara a Seleção do Chile na decisão. Mais cedo, as chilenas venceram a Costa Rica por 1 a 0 com gol de Yanara Aedo.
No primeiro teste com a nova treinadora, o Brasil mostrou muita intensidade na recuperação da posse de bola. Do início ao fim do confronto, as brasileiras comandaram as principais ações do jogo e controlaram muito bem as adversárias.
Na primeira etapa a Seleção Brasileira já mostrou que mandaria na partida. Dominando as ações desde os minutos iniciais, não demorou para o Brasil abrir o placar aos 17 com Ludmila. A atacante tocou na saída da goleira adversária, depois de excelente jogada de Bia Zaneratto.


Em vantagem no placar, o Brasil seguiu dominando e ampliou com a experiente Formiga, aos 33. De cabeça, a volante completou de cabeça o cruzamento de preciso de Andressa Alves. Apenas dois minutos depois, a Seleção chegou ao terceiro com Debinha, que empurrou para as redes depois da invertida de Tamires.
Na segunda etapa, com um jogo mais cadenciado, o Brasil diminuiu o ritmo. Mesmo criando menos oportunidades, a equipe chegou ao quarto gol aos 13 minutos. Érika subiu de cabeça e completou de cabeça o escanteio cobrado por Andressa Alves. Ainda deu tempo de marcar o quinto, com o gol contra da zagueira argentina, aos 37.


Com isso, neste domingo, Argentina e Costa Rica duelam às 10h30 pela disputa do 3º lugar.
Mais tarde, às 13h, Brasil e Chile disputam o título do Torneio Internacional de Futebol Feminino na final da competição. As duas partidas acontecem novamente no Estádio do Pacaembu.

 

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