08
Qua, Jul
ptenfres

“Oslo, a capital da Noruega, foi eleita uma das cidades com a melhor qualidade de vida do mundo, além de possuir algumas atrações repletas de cultura.Poucas capitais do planeta podem gabar-se de comungar tão bem com a paisagem urbana e a natureza como a bela cidade de Oslo”

Em maio de 2017, eu e minha filha Kelley Cristine estivemos em Oslo, capital da Noruega.
A capital é maior cidade da Noruega um lugar fascinante desde a primeira impressão.
Oslo fica à beira de uma imensa baía, dentro do fiorde de Oslo, em uma região cercada de ilhas, lagos, montanhas e florestas incríveis que se harmonizam com prédios modernos e construções históricas. A "Terra dos Vikings" conta com uma variedade impressionante de atrações culturais, com mais de 50 museus, sítios arqueológicos, parques nacionais, além de centros comerciais e gastronômicos.
Algumas das atrações da capital norueguesa são o Museu de Navios Vikings, o Parque Vigeland, a Fortaleza Akershus e a Ópera e Ballet da Noruega
Oslo, a capital da Noruega, foi eleita uma das cidades com a melhor qualidade de vida do mundo, além de possuir algumas atrações repletas de cultura
A capital Oslo é um dos lugares com a melhor qualidade de vida do mundo, além de possuir atrações turísticas bem interessantes que remetem a sua riquíssima cultura mesclada com as influências contemporâneas.
Para fazer uma viagem ao passado, visite o Museu de Navios Vikings, que possui um acervo de embarcações que datam a partir do século 9. O local conta a história dos exploradores nórdicos por meio de outros objetos como ferramentas, trenós e esculturas. Outro destaque é a Fortaleza Akershus, um dos castelos mais impressionantes do continente europeu. Construído no século 13, atualmente, ele funciona como um museu e oferece uma vista panorâmica da cidade e do porto.
Ao visitar a Ópera e Ballet da Noruega, é possível admirar uma das obras arquitetônicas mais incríveis do país, que é famoso pela modernidade de suas construções. O local é feito em mármore e em vidro.
Ópera e Ballet da Noruega: além de ser palco de apresentações maravilhosas, a chamada Operahuset possui uma arquitetura que é uma verdadeira obra de arte. Inaugurada em 2007, o projeto foi feito pelo estúdio Snøhetta e representa um dos pontos turísticos de maior importância de Oslo, construído em mármore e vidro.
O local é aberto a visitações e um dos destaques é caminhar no telhado para ter uma vista panorâmica. A entrada é gratuita, mas é possível pagar uma visita guiada por € 11 (R$ 36) e ver de perto as três salas que compõe o local, além dos camarins e palcos.

JCanastra

Palácio do governo de Oslo

 

 

Em maio de 2017, eu e minha filha Kelley Cristine estivemos em Oslo, capital da Noruega.
Ficamos tão envolvidas e encantadas com Estocolmo que esquecemos o dia de seguir viagem para Oslo .Saímos de Estocolmo pela manhã pela linha Flix Bus. Partimos de Stockholm City-terminalen que nos deixou em Oslo Bus terminal. Foi uma uma viajem com duração de 6:00 horas, com belíssimas paisagens naturais e cidadezinhas que descortinavam pela janela.


Ao chegarmos na Central Bus de Oslo, pegamos uma lotação que nos deixou no centro da cidade. Como o nosso Hotel ficava bem próximo dirigimos a pé. Deixamos as nossas malas no hotel e fomos apreciar um pouco o movimento da cidade, alí por perto! Estava uma tarde agradável, e o nosso passeio foi de reconhecimento. Perto do Hotel tinha uma pracinha que estava muito movimentada. Tivemos uma boa impressão deste primeiro reconhecimento! Depois de uma boa estadia na primeira noite levantamos dispostas para um passeio mais além, daquilo que vimos!


Segundo a recpcionista do Hotel, poucas capitais do planeta podem gabar-se de comungar tão bem com a paisagem urbana e a natureza.
Fundada por Harald Hardrada em 1048 no fundo de um fiorde e até hoje circundada por uma densa floresta, a vida de Oslo está intimamente ligada ao mar.


Entre suas principais atrações estão o Museu do Navio Viking – que preserva três embarcações originais e vários objetos dos grandes exploradores nórdicos e o fantástico Museu Fram, construído especialmente para abrigar o navio Fram, utilizado por heróis nacionais como Fridtjof Nansen e Roald Amundsen em suas inúmeras viagens, incluindo a bem-sucedida conquista do pólo sul. Nas próximas edições farei uma explanação mais minuciosa dos locais visitados e do turismo de Oslo! Outros símbolos da cidade é a massiva fortaleza Akershus, construída para proteger o porto, e o parque Frognerparken, célebre pelas inúmeras esculturas de Gusta. Boa parte das atrações de Oslo estão ou nas cercanias de seu Centro Histórico ou em Bygdoy.


Na cidade antiga fizemos todos os passeios a pé. Para trajetos mais distantes, tomávamos um ônibus.

                                                                                                                       JCanastra

 

 

 

De barco com destino a Djurgården  embarcamos no Slussen/Gamla Stan, eu e minha filha Kelley Cristine  para visitar esta ilha, uma antiga área de caça real.

A ilha  é atualmente um espaço fantástico de entretenimento e lazer no centro de Estocolmo! Uma de suas  principais atrações inclue o Museu Vasa, e muitos outros.   
O Vasa é um navio   que foi mandado construir  por Gustavo Adolfo II, rei da Suécia, e demorou dois anos a ser terminado. Possuía três mastros e podia suportar dez velas, media 52 metros da cabeça do mastro à quilha e 69 metros da proa á popa e pesava 1200 toneladas. Depois de terminado, tornou-se num dos barcos mais poderosos jamais construído.
Hoje em dia, é possível calcular com preciso a forma como um navio deve ser projetado de forma a navegar de forma eficaz. No século XVII, utilizavam tabelas de dimensões consideradas eficazes no passado. Com base em documentos contemporâneos, sabemos agora que os projetos de construção do Vasa foram alterados depois de começarem as obras.
O rei pretendia que a bordo fosse instalado um número de canhões superior ao normal, o que significa que as dimensões inicialmente escolhidas para o navio deixaram de ser apropriadas e os construtores viram a sua situação complicar-se. O navio foi construído com uma superestrutura superior, com dois convés fechados para canhões. No fundo do navio foram colocadas inúmeras pedras enormes que serviam como lastro para o manter estável na água. Mas o Vasa estava demasiado desequilibrado e as 120 toneladas de lastro não eram suficientes.
O Vasa era suposto ser um dos maiores navios da Marinha sueca. Possuía 64 canhões, a maioria de 24 libras (disparavam balas que pesavam 24 libras ou mais de 11 kg). A Suécia possuía cerca de vinte navios de guerra, mas nenhum deles transportava tantos canhões e tão pesados como os do Vasa.
Após vários anos de preparação, o Vasa voltou novamente à  superfície em 24 de Abril de 1961. Era agora necessário preservá-lo. Destroços naufragados durante tanto tempo tinham de ser submetidos a um tratamento especial, caso contrário, existia o risco de a madeira fender e desfazer-se em pedaços com o passar do tempo.
Inicialmente, o Vasa foi salpicado com água, enquanto os peritos tentavam descobrir um método de conservação apropriado.
O conservante escolhido foi o polietileno glicol (PEG), um produto maleável solúvel na água que penetra lentamente na madeira, substituindo a água. A vaporização com PEG continuou durante vários anos.
Juntamente com o Vasa, foram recuperados mais de 14 000 objetos de madeira soltos, incluindo 700 esculturas. Estas foram preservadas individualmente e recolocadas nos lugares de origem, no navio. Esta tarefa revelou ser um autêntico quebra-cabeças.
Os navios de guerra do século dezessete não eram simples engenhos de guerra, eram autênticos palácios flutuantes. As esculturas recuperadas possuíam vestígios de ornamentos dourados e de pintura. As análises atuais mostram que tinham sido pintadas com cores garridas sobre um fundo vermelho. As esculturas representavam leões, heróis bíblicos, imperadores romanos, criaturas marinhas, divindades gregas, entre outros, e tinham por objetivo enaltecer a monarquia sueca e exprimir o seu poder, a sua cultura e as suas ambições políticas.
A conservação e manutenção do Vasa constituem uma tarefa ininterrupta. A sua conservação depende essencialmente de um clima estável. Enquanto os destroços estiveram submersos, as cavilhas de ferro desfizeram-se com a ferrugem, escurecendo as tábuas de carvalho. No final, apenas estava preso por cavilhas de madeira. Os poluentes existentes na água formaram grandes quantidades de enxofre, que foi penetrando na madeira. Atualmente, o enxofre reage com o oxigênio transformando-se em ácido sulfúrico, que é nocivo para a madeira, mas inofensivo para os visitantes do museu. As investigações para a conservação a longo prazo do Vasa continuam.
Quando o Vasa se afundou, o tempo parece ter parado. O que foi recuperado em 1961 foi uma peça em bom estado de conservação do século XVII. Cada um dos inúmeros objetos recuperados tem uma história para contar. Entre eles, encontram-se esqueletos dos membros da tripulação, bem como os seus pertences e o equipamento do navio.
No meio da lama e do lodo, no fundo do Vasa, os autores do achado encontraram as seis velas que não tinham sido desfraldadas quando o navio naufragou. São as velas mais antigas do mundo a terem sido recuperadas e, antes do trabalho de conservação, encontravam-se num estado de fragilidade extrema. As investigações sobre os achados continuam ainda. No museu, encontram-se em exposição vários objetos exclusivos, dando a conhecer vivências de outras eras e dos respectivos povos.
Um excelente passeio para quem visitar Estocolmo!

Por JCanastra

"Estocolmo a Venesa do Norte"!

 

 

Prêmio Nobel

 

 

Estação de metrô bem abaixo da terra !

Cada vez que pegávamos o metrô no subúrbio de (Hammarby Sjöstad, onde  ficava  o nosso Motel L, em   direção ao centro, ao longo  do trajeto cruzávamos campos, parques, lagos, e víamos a cidade se aproximando, com suas torres  pontiagudas e prédios  históricos, agradecia a  Deus por ter a oportunidade de conhecer esta  maravilhosa Estocolmo, a  capital da Suécia.

Uma cidade capaz de despertar paixões à primeira vista.Você mal chega e ela  já está lhe seduzindo. Romântica, bonita, moderna e vibrante, a capital da Escandinávia  para nós foi sem dúvida, uma das cidades mais lindas que já conhecemos  entre os 40 países visitados!
Na estação do metrô  adquirimos um mapa da cidade e  pedimos as informações turísticas necessárias!


Através de   um tour  pela cidade, por um   ônibus ficamos conhecendo um pouco dos  principais   pontos turísticos de Estocolmo.             
Após o tour seguimos em direção a Gamla  Stan (Cidade Velha): um lugar  imperdível em Estocolmo! Gamla stan é a cidade velha de Estocolmo,  na Suécia. É o núcleo histórico da capital sueca, construído sobre a  ilha de  Stadsholmen fica nas   proximidades do Palácio  Real Estocolmo. As suas ruas estreitas e fachadas coloridas combinadas com as mais diversas lojas, resturantes e cafés   criam uma atmosfera única. Os prédios da região têm decorações bastante ornamentadas e as ruas costumam ficar lotadas, independente da estação  do ano. Devido a popularidade desta área entre os turistas, as lojas costumam ser bastante caras! Também em Gamla Stan fica Storkyrka, a   Catedral da cidade. Até 1980, o seu nome oficial era Staden  mellanbroarna. Constitui um bairro  autônomo dentro  de Estocolmo. A região guarda  prédios e palacetes preservados desde a idade média!


Achei a cidade diferente de outras regiões  antigas da Europa que conheci:  ali não há muralhas cercando o centro  histórico, mas água, muita água! É que a sede do  Reino da Suécia fica numa quase ilha, presa no bairro de Södermal  apenas por um pequeno estreito. Eu e minha filha Kelley Cristine circulamos muito pelo bairro, por seus pubs, cafés e  lojas. Atravessamos todas as pontes que ligam Gamla Stan ao “continente” várias vezes. O mais legal é que algumas delas  passam dentro  do prédio  do Parlamento,  que é  redondo de um lado e de fachada neoclássica  e imponente do outro. É possível visitar o seu interior também, depois falarei  sobre ele em  outra edição!


Caminhando sem  compromisso  em direção ao famoso bairro fomos  agraciadas com um belo concerto de música  na  pracinha  muito     simpática, a Stortorget. Depois de algumas  filmagens e fotos visitamos o Museu  do Prêmio  Nobel  que é uma atração bem   bacana para se conhecer! É um museu bem simples, mas muito inspirador! Durante a  visita ao  Museu do Prêmio Nobel nós pudemos conhecer a   história de  Alfred Nobel, que começou a fundação para premiar as mentes mais brilhantes do mundo! E também tivemos a oportunidade de entender mais sobre a vida dele e sobre as curiosidades doPrêmio Nobel, uma das honras mais altas para   cientistas e escritores de todo o mundo!
Estocolmo tem uma beleza delicada que me impressionou bastante! Antes mesmo de conhecê-la por completa já estava bastante  apaixonada: um amor à primeira vista!


Segundo  o recepcionista do  Mote L, ela foi construída sob 14 ilhas e está ligada por 57 pontes, sendo considerada por muitos como a “Veneza do    Norte”.
Estocolmo é uma  cidade conhecida  pela sua organização e segurança! É  é uma das mais visitadas nos países nórdicos e   também das que tem    melhor qualidade de   vida para os seus habitantes.


Achei os suecos  pessoas extremamente educadas, comunicativas e percebi que gostam da vida ao ar livre e manter contato com a  natureza, assim   como  preservá-la.


A maioria das  pessoas fala um inglês muito claro, sem sotaque, muito fácil de entender, portanto a comunicação não foi um problema.
Ficamos em Esto- colmo  durante 07 dias, e  o seu um clima estava ameno e gostoso!


A moeda corrente é  a coroa sueca.Não aceitam  euros,  mas  é fácil realizar o câmbio ou     utilizar cartão de crédito ou débito.

O  forte da   Suécia em termos de compras  são as lojas de   vestuário (é de lá a famosa H & M, presente em   toda a Europa.

Por JCanastra

Mais Artigos...

Festival de Dança de Bambuí