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Realizada na última quinta-feira(28), a solenidade simbólica de recondução do Diretor-Geral do Campus Bambuí, que contou com a presença do magnífico reitor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecno-logia de Minas Gerais, Professor Kléber Gonçalves Glória, o Ex-Diretor do Campus Bambuí, Professor José Aparecido Bahia e do Prefeito de Bambuí-MG, Senhor Olívio José Teixeira que compu-seram a mesa da cerimônia.
Durante sua fala, o Diretor do Campus Rafael Bastos falou sobre sua trajetória no campus e enfatizou o carinho que tem pela instituição, além de agradecer a confiança depositada para conduzir por mais 4 anos a Direção Geral do Campus. Destacou também, sobre a importância da instituição na vida de cada estudante e servidor que passa por ela, bem como o poder que a educação possui para mudar as diversas realidades.
A Portaria que reconduz o professor Rafael Bastos Teixeira para os próximos quatro anos ao cargo de Diretor-Geral foi publicada no dia 23 de setembro, no Diário Oficial da União. O mesmo foi reeleito em junho, através do processo eleitoral de consulta à comunidade acadêmica, onde obteve 85,6% dos votos válidos.
Rafael é integrante do quadro de servidores do campus desde 2008, Rafael Bastos possui Graduação em Zootecnia pela Uni-versidade Federal de Viçosa, Especialização em Julgamento de Zebuínos (ABCZ/FAZU), Mestrado e Doutorado em Zootecnia pela Universidade Federal de Viçosa. Também realizou Pós-Doutorado no Centro Nacional de Pesquisa em Gado De Leite (CNPGL/EMBRAPA), além de ser Pós-Graduado em Gestão Pública pela Universidade Federal de Lavras. Em junho de 2015, foi eleito para o primeiro mandato como diretor do IFMG – Campus Bambuí, cargo para o qual agora foi reconduzido.
Parabéns ao Dir. Rafael Bastos!
Que Deus ilumine-o nesta nova jornada de trabalho !

 

Além dos 77 parlamentares, também receberão diplomas de posse o governador, seu vice, deputados federais e senadores.

Os 77 deputados eleitos para a 19ª Legislatura da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), que vai de 1º de fevereiro de 2019 a 31 de janeiro de 2023, serão diplomados na próxima quarta-feira (19/12/18). Realizada pelo Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG), a Sessão Solene de Diplomação dos Eleitos no Pleito de 2018 acontece a partir das 17 horas, no Grande Teatro do Palácio das Artes (Avenida Afonso Pena, 1.537, Centro), na Capital.

Além dos deputados estaduais, receberão seus diplomas os eleitos para os cargos de governador do Estado, Romeu Zema, e vice-governador, Paulo Brant. Também entram nessa lista de diplomação os 53 deputados federais e os senadores eleitos por Minas, Rodrigo Pacheco (DEM) e Carlos Vianna (PHS), bem como os dois suplentes desses últimos.

O acesso à solenidade é restrito aos eleitos e convidados, portando convites individuais previamente fornecidos pelo TRE-MG.

Requisitos - Para a diplomação de eleitos e suplentes são exigidos a prestação das contas da campanha e, no caso de candidatos do sexo masculino com até 45 anos completados até 31/12/18, a cópia do certificado de quitação com o serviço militar obrigatório.

 

 

O Dia do Médico é celebrado anualmente em 18 de outubro.

Os médicos são os responsáveis por cuidar da saúde das pessoas. Por este motivo, esta data é destinada a homenagear o trabalho destes profissionais.

Os médicos podem ser generalistas, ou seja, não ter uma especialização em nenhuma área específica da medicina, ou especialistas, quando são peritos em alguma área, como endocrinologia, estética, cardiologia, obstetrícia e etc.

O Dia do Médico é celebrado em 18 de outubro em homenagem à São Lucas.

Lucas foi um dos quatro evangelistas do Novo Testamento, e seu evangelho é o terceiro em ordem cronológica. Lucas era médico, razão pela qual se decidiu homenagear os profissionais com o mesmo dia da festa deste santo. Considerado o padroeiro dos médicos, cirurgiões e artistas, São Lucas “Evangelista” é uma das figuras santas mais veneradas pelo cristianismo, em diversas doutrinas, como a católica, ortodoxa, anglicana, protestante e luterana.
São Lucas era médico e escritor, tido como um dos quatro evangelistas do Novo Testamento da Bíblia Sagrada.
Teria sido discípulo do apóstolo de Jesus Cristo, São Paulo, que o chamava que “Lucas, o amado médico”, devido a sua personalidade carismática.
São Lucas ainda era um talentoso pintor, considerado o padroeiro dos artistas por causa do seu talento. Era chamado pelos cristãos orientais de “médico pintor”.

 

A equipe do Jornal da Canastra presta uma homenagem aos médicos bambuienses escolhendo o médico Dr. Hélio Vargas como representante desta classe. A escolha não foi por acaso, é o resultado de seu excelente trabalho.

“ Médico bambuiense de uma família humilde de pequenos produtores rurais, mas antecedentes dignos e trabalhadores, Dr. Hélio Vargas teve uma infância pobre. Seus pais tiveram muita dificuldade para criar onze filhos em poucos alqueires de terra. Ele era o 5º filho e logo se destacou como menino de poucos arroubos infantis e de muita garra para qualquer trabalho que se apresentasse. Trabalhou com afinco desde os 5 anos de idade, junto aos irmãos, para o sustento da família.
Quando jovem pensava em sair da roça para estudar. Mas como? Então se calava e não contava seu sonho a ninguém com medo de que rissem dele. Estudou os primeiros anos em Bambuí e lidou nos árduos trabalhos que conseguia com seus minguados estudos.
E um dia resolveu se arriscar e sair de sua querida terra para tentar melhorar de vida. Vendeu uma vaca que tinha na pequena propriedade de seus pais e contra a vontade de sua família partiu para Belo Horizonte com o quarto ano primário e o desejo de se tornar médico. Nenhuma ajuda financeira a família podia lhe oferecer. Tinha, então, 19 anos e precisava voltar aos estudos. E não podia deixar de trabalhar. Para conseguir emprego, Deus o abençoou com a ajuda de quem via nele uma pessoa cheia de ideais. De pensão em pensão, de trabalho em trabalho, começou então a fazer o curso de Madureza e em dois anos já tinha conseguido terminar o ginasial. Nessa época, já tinha feito datilografia, o que lhe deu a oportunidade de trabalhar no banco Mercantil, onde começou como contínuo. Contudo, após uma greve, o banco passou por uma crise e teve que demitir funcionários. Estava sem emprego e precisava continuar estudando para passar na prova do Colégio Estadual Central para iniciar o científico. Com muito aperto financeiro e desempregado, se focou nos estudos e conseguiu entrar na melhor escola de Beagá. Logo começou a trabalhar como propagandista de laboratório.
Terminado o ginasial, estudava com afinco durante à noite, fazendo cursinho pré-vestibular escondido de seus patrões pois a política de seu emprego não permitia que ele estudasse em faculdade. Foi terrível sentir que, sem dinheiro não poderia estudar e estava arriscado a perder o emprego se passasse na faculdade.
Mas o esforço valeu a pena.!Na primeira tentativa, passou no vestibular para as duas faculdades de medicina que havia na cidade. Preferiu a UFMG, já que não poderia bancar com o custo de uma faculdade particular. Mas ele teria que deixar o emprego. Não teve escolha senão se demitir. Havia juntado uma quantia e comprado dois lotes. Ao longo do curso venderia os lotes e com o dinheiro se manteria. Mas seria suficiente? Para sua surpresa, no dia seguinte à sua demissão foi procurado pelo seu antigo chefe que lhe propôs voltar ao trabalho para dar aula para os propagandistas. E, assim, conseguiu concluir seu curso de medicina.
Durante o curso conheceu aquela que seria sua esposa, que lhe deu apoio nos últimos anos de faculdade. Já casado e com um filho, precisava ainda fazer residência. Mas já não tinha mais suas economias. Teve então que sair de Minas e ir para Ribeirão Preto, onde se pagava melhor para os residentes, conseguindo assim se especializar em cirurgia geral.
Como cirurgião geral, foi muito bem recebido em sua terra natal, onde tem se dedicado com amor à sua profissão por mais de quarenta anos",Jornal da Canastra

                                                                      ***.

-“Confesso que na adolescência eu não conseguia entender como meu pai, um profissional extremamente dedicado e estudioso, com grandes perspectivas de trabalho em cidades como ,Belo Horizonte e Ribeirão Preto, havia optado por voltar a morar no interior de Minas. Com a maturidade e após todos esses anos observando suas atitudes, pude entender como são sagradas as nossas raízes. Bambuí foi o local escolhido por ele para criar seus filhos e exercer a medicina, sua verdadeira vocação. Aqui nesta cidade, meu pai nos criou e nos deu exemplos de caridade, responsabilidade e honestidade. Nos ensinou a respeitar e admirar a natureza e a dar valor a coisas simples como as árvores, os pássaros e as estrelas. Hoje, com quase oitenta anos, ele nos ensina que a felicidade está em poder ajudar as pessoas, participar de nossa comunidade e a trabalhar para construir um mundo melhor.” Depoimento de sua filha Daniela Vargas!

Com certeza é uma simples homenagem que o Jornal da Canastra faz a alguém tão especial e merecedor de todo nosso respeito.

Dr. Helio Vargas:
“Que Deus celestial continue abençoando seus caminhos!
Que o Senhor o ilumine e continue sempre com esse exemplo de luta e coragem, dignos de serem seguidos!”

Os bambuiemses agradecem de coração todo o seu carinho e amor!
Obrigada por tudo!

 

A equipe do Jornal da Canastra lamenta o falecimento do padre e professor Luiz Carlos Rocha de Deus, do curso de Letras do Campus Arapiraca.
Pe Luiz Carlos foi colaborador e essreveu vários artigos para o Jornal Canastra.
Era licenciado em Filosofia pela Universidade Ramon Llull de Barcelona, Espanha.
Em 2006 desenvolveu pesquisas na Universidade de Navarra e em 2007 rece-beu o prêmio do ano da Verein Merceds Benz Zentrum Von Deutsdland para desenvolver pesqui-sas na Universidade de Heideberg, Suttgart e Tibigem, na Alemanha.
Docente ele percorreu o mundo estudando Teologia.
Luiz Carlos Rocha de Deus, nascido em Lagoa do Ouro, no agreste pernabucano, concluiu o ensino médio na cidade de Igaci. Cursou Teologia no Instituto São Tomás de Aquino em Belo Horizonte e, posteriormente, concluiu mestrado e doutorado na Europa. Foi ordenado sacerdote em 2003 em Igaci e trabalhou como pároco residente na Diocese de Luz, em Minas Gerais, na qual segue incardinado. Em 2014, passou a compor o corpo docente efetivo do Campus Arapiraca, lecionando disciplinas do tronco inicial.
Padre Luiz nasceu em 04/08/1975, era natural de Lagoa do Ouro/PE, foi ordenado diácono em 25/01/2002, na Diocese de Luz, por Dom José Martins (Administrador Diocesano), e presbítero em sua cidade natal. Cursou doutorado em filosofia na Espanha e era professor na Universidade Federal de Alagoas/AL.
O velório foi iniciado às 17h sábado (23/06) e ocorreu até às 9h da manhã (24/06), na OSACRE, em Arapiraca. O corpo seguiu para a cidade de Igaci, onde, às 15h, houve uma homenagem na igreja em que o professor foi ordenado sacerdote e ocorreu o sepultamento. Seu corpo foi velado na Igreja Matriz em Igaci, Diocese de Palmeira dos Índios, no interior de Alagoas.
A Missa de exéquias foi celebrada no domingo dia 24 de junho, às 15h00, seguido de sepultamento.
A Diocese de Luz foi representada pelo padre Antônio Carlos Couto e pelo Sr. Amarante, leigo da cidade de Bambuí.
Rezemos pela alma do Pe Luiz Carlos Rocha que prestou tantos serviços religiosos, na comunidade da Medalha Milagrosa, onde era muito querido!

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