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Qua, Abr
ptenfres

Comemorar os 21 anos de um Jornal tão importante para a cidade de Bambuí, fazendo parte dele, é como ganhar o presente de aniversário do aniversariante. Sendo assim, deixo aqui, nas primeiras linhas, minha eterna gratidão à Nancy e também a honra de estar aqui, agora. De fazer parte da história de um meio de comunicação que me instiga e me aproxima do meu povo.

Sabemos que, nesse ritmo acelerado em que vivemos, percebemos não somente o sol nascendo e se pondo com tamanha rapidez, mas também somos bombardeados frequentemente com informações. Poderia relatar diversos problemas dessa velocidade de palavrinhas que nos resulta em falas rápidas e comunicação acelerada. Mas, trago hoje o meu amor pela comunicação, pela informação, pelos diversos conteúdo.

Não há como falar do processo de formação do amor pela arte e comunicação na minha vida,sem citar os amados e admirados professores, presentes em cada espaço-tempo daquilo que me preenche, quando cito sobre a minha infância e adolescência. Meu relacionamento com eles me formou como pessoa e me fez apaixonar pela diversidade do mundo.
Cresci, e já na academia me encontrei com pessoas incríveis e com matérias inesquecíveis,como Rádio, Jornal e TV. Confesso, o impresso ainda me impressiona, me move, me instiga. Sou menino do papel, da caneta. Adoro as letrinhas miúdas, as informações diagramadas, as publicidades pixeladas

Da história no mercado publicitário de Goiânia, do estágio em uma multinacional até aerência de comunicação de grande fotografa de casamentos da cidade, vivi grandes e incríveis experiências, que em termos clichês, com muito orgulho, me trouxeram até aqui. Sempre senti que precisava agradecer de alguma maneira a minha cidade por isso.
No ano pandêmico, quando pensei que estaria recluso da sociedade e das oportunidades,surpreendentemente surgiram diversas, e uma delas, foi poder estar aqui, agora, no Jornal da Canastra como colunista. Nancy fez o convite dentro da loja do meu avô, a Calçados Lasmar,enquanto falamos sobre uma possível publicidade dele. Recebi com felicidade e rapidamente enviei o texto para a primeira publicação do Relicário da Alma. A partir daí, como quem chega na plenitude da concretização do seu lado profissional e pessoal, posso estar aqui e contribuir mês a mês com minhas experiências, meus pontos de vista, minhas histórias.

Doar de volta, com todo amor do mundo, tudo que recebi até aqui da cidade que em que nasci, que se faz presente na minha forma de olhar o mundo, de degustar os sabores, de apreciar os cheiros, do meu sotaque, do sentir, existir.

Gio Lasmar
@giolasmar

   Giordânio Lasmar - @giolasmar
                                                                                  “Publicitário e comunicador nato.

                                                                                   Ama arte, moda e blogar,idealmente tudo ao mesmo tempo.

Mulheres Maravilhosas, suas histórias inspiradoras que servem de exemplos a todas outras!
Diante dos inúmeros desafios porque passaram, enfrentam a vida com muita coragem , na maior simplicidade ! Elas estão aqui para dizer que não foi nada fácil.
Excelentes histórias para mulheres de todas as idades, e com certeza você se identificará com uma ou mais das histórias reais narradas, neste contexto.

 

Ieda Ester Mendonça Teixeira 


“Sou filha de Agapito Mendonça e Ester Vilas Boas. Casada com Genivaldo Teixeira, mãe da Natália , Renata e avó do Bernardo.
Meus primeiros estudos aconteceu na Escola José Alzamora. Aos 11 anos entrei na 5a série no Colégio Belmiro Alves. Devido uma mudança de meus pais para a roça parei de estudar, e nesse meio tempo estudava e lia diversos livros que pegava emprestados semanalmente com minha tia, assim no outro ano fiz o concurso para o Colégio Estadual João Batista de Carvalho, onde continuei até a oitava, trabalhando também no Hospital Nossa Senhora do Brasil e em uma loja de moveis. Depois fiz o curso de técnico em contabilidade ,no “Belmiro Alves.” Ao participar de um concurso em BH consegui passar para ser auxiliar administrativo, no Sanatório São Francisco de Assis. Como gostava muito de ler , estudava nas horas vagas a favor da natureza. Em 1988, reunia colegas e amigos pra estudar a agenda 21, tentando montar projetos que se baseavam nos artigos 123 a 125. Foi aí que surgiu a Associação dos Papeleiros e Amigos do Meio Ambiente, APAMA, informalmente, que funcionava em uma sala de um pavilhão abandonado, onde ensinávamos a confecção de papéis artesanais, cursos de jardinagem e horticultura para os jovens da comunidade e ainda instruíamos sobre a coleta seletiva.
Em 2000, oficializaram a Associação e a partir daí passamos a contribuir com a cidade e a região na educação ambiental.De 2005 a 2010 fiz o curso de Administração, no Ceder e pós graduação no Senac, além da qualificação em meio ambiente pela Emater/cefet.
A APAMA participa de vários Conselhos Municipais sendo principalmente o CODEMA, Conselho de defesa do Meio Ambiente, o Conselho de Desenvolvimento Rural Sustentável e o Comitê de Bacias Hidrográficas do Alto São Francisco.
“Quando aposentei e a maioria dos associados já estavam trilhando outros caminhos: fizemos uma assembleia pra mudança de alguns objetivos e também de endereço pois mudamos pra cidade. E aí participamos da chamada pública pra efetivar a educação ambiental pra coleta seletiva no município no Centro de referência em educação ambiental da cidade de Bambuí, na rua Santos Dumont, 1328.
O projeto de educação ambiental do local consiste em receber materiais recicláveis da comunidade, prestar consultoria as empresas e comunidade, esclarecer catadores e empresários da importância de agregar valor ao material. Ainda gera conhecimentos a estagiários da área de meio ambiente e afins do IFMG, trabalha com artesãos no aprendizado sobre o aproveitamento de materiais em artesanato e vários outros trabalhos.


Dra.Flávia Araújo

“Meu nome é Flávia Araújo Azevedo. Tenho 27 anos e sou natural de Lagoa da Prata, Minas Gerais. A minha vida toda estudei em escola pública e trabalhava aos finais de semana ajudando uma cabelereira. Quando terminei o ensino médio, comecei a trabalhar em uma loja de artigos religiosos e com o dinheiro que recebia pagava meu cursinho pré-vestibular. Com isso, passei em Medicina em Teresópolis/RJ com bolsa de estudos 100% pelo PROUNI. Formei em Junho de 2018 e voltei para MG, para ajudar minha família. Vim para Bambuí em Abril de 2019 onde assumi os cuidados da UBS São Sebastião, e permaneço até então.
Venho de uma família bem tradicional de Lagoa da Prata. Sou neta da Chiquita Perillo, criadora da fundação filantropa de Lagoa da Prata para ajudar pessoas com câncer. Com minha família, aprendi desde criança a ser cuidadosa e respeitosa com as pessoas, indiferente de quem elas são e de onde elas vem.
Minha mãe é cozinheira e do lar, e meu pai é aposentado por invalidez devido a um acidente há 13 anos, onde teve lesão irreversível em coluna cervical. Tenho um irmão mais velho. Mesmo antes do acidente, passávamos por dificuldade. Lembro que, a primeira vez que falei com meus pais que queria fazer medicina, eles me falaram que era uma grande realização, mas que para eu conseguir uma realização desta teria que ser ou pela Universidade Federal, ou por bolsa de estudos. Eles nunca deixaram faltar comida para mim e para meu irmão, mas hoje, avaliando certas atitudes deles que eu me lembro de quando era criança, percebi que já tiraram muito deles, para não faltar pra mim e meu irmão. Hoje, tento ser a mulher e médica que eles desejam e acreditam que eu seja.
Tenho um namorado de Santo Antônio do Monte, homem da minha vida, só estamos aguardando as alianças para noivar. Nao coloquei ele na história porque, a história com ele é história de filme de Hollywood.
Muito obrigada pela homenagem.!
“Aquece o coração neste momento difícil que estamos passando”.

 

Dra. Kelley Cristine Gasque Dias


“Nasci em Bambuí-MG no ano de 1967. O fato de morar em uma cidade pequena e ter bastante autonomia para resolver os problemas do cotidiano marcou profundamente minha infância. Estudei somente em escolas públicas e, se ficaram algumas lacunas de conteúdo acadêmico, sobrou muita curiosidade por tudo. Sempre gostei muito de ler e escrever. Uma vez, ouvi minha professora de português, comentando com minha mãe, que eu seria escritora. O fato é que entrei na faculdade de Letras, da UFMG, e cursei 3 anos. Nesse interim, eu me casei e voltei a morar em Bambuí, mas 4 anos depois, eu e minha família viemos para Brasília em busca de novos horizontes.
Em Brasília, na Universidade de Brasília, fiz o curso de biblioteconomia e, antes de me formar, comecei a trabalhar no Colégio Pio XII, da rede Franciscana. Um ano depois,fui contratada pelo Colégio Marista de Brasília-DF, da província Brasil Centro-Sul.
Foram 12 anos de trabalho árduo, em que, dentre vários projetos, tive a oportunidade de projetar uma biblioteca escolar modelo. Inauguramos o Centro de Recursos de Aprendizagem em 2000, com um espaço de 3 andares, 40 computadores, acervo de 35.000 títulos, além de acesso à internet e inúmeras assinaturas de periódicos. Neste mesmo ano, passei a coordenar a parte de tecnologia educacional da escola e, alguns anos depois, também coordenei a educação infantil do 2º ao 5º ano. Com mais de 5000 alunos em Brasília e parte de uma grande rede de escolas, rede TV Viva, editora FTD e algumas universidades católicas, a rede Marista me ensinou a trabalhar com excelência!
Durante esses anos, concomitantemente, fiz curso de especialização em literatura brasileira pela Universidade Católica de Brasília, em seguida, mestrado e doutorado em Ciência da Informação pela Universidade de Brasília. Após a graduação, foram 8 anos de estudos.
Em 2002 e 2004, fui convidada pela embaixada americana para participar de um intercâmbio nos Estados Unidos, com objetivo de conhecer bibliotecas, centros culturais e universidades. E, em 2004, fui convidada pela Fundação Japão para conhecer escolas e universidades japonesas. Foram oportunidades únicas de aprendizagem. Em 2008, sai do grupo Marista, defendi minha tese de doutorado e passei uma temporada de 5 meses viajando pelo Canadá. Ao retornar ao Brasil, passei no concurso docente, da Faculdade de informação e Comunicação, da Universidade de Goiás, na qual atuei por 2 anos. Em seguida, fiz um novo concurso e passei na Faculdade de Ciência da Informação, da
Universidade de Brasília, na qual atuo como professora e pesquisadora desde 2011.
Em 2019, fiz o pós-doutorado em Psicologia Cognitiva, na Universidade de Lisboa.
Desde 2020, retornei e contínuo atuante na Universidade de Brasília. Nesses anos, foram vários cursos, muitas horas de estudo, e, também, aprender a poupar para conhecer o mundo. Foram mais de 40 países visitados, privilegiando sempre o conhecimento de museus, bibliotecas, livrarias e a parte histórico-cultural de cada país.
Foram muitos os desafios, mas sempre pude contar com a minha família. Sou muito feliz por tudo que conquistei e por trabalhar com o que amo”!

 

Dra. Julimara Magalhães Bruno Mendes

Sou Julimara Magalhães Bruno Mendes, filha de João José Bruno e Jane Magalhães Bruno, meu pai natural de Medeiros, minha mãe de Bambuí. Estudei em Escolas Publicas de Bambuí até o antigo “segundo grau”. Sou natural de Patos de Minas. Sou casada com Renato Seixlack Mendes e mãe da Alice.
Comecei a trabalhar cedo, com 16 anos de idade, meu primeiro emprego foi em uma Floricultura, após me formar no Magistério, fui professora no “Maternal” e também na primeira e quarta série, exerci este oficio por pouco tempo, apesar de admirar a profissão de professor percebi que não era minha vocação.
Fiz um único vestibular e passei no Curso de Direito, trabalhava durante o dia em uma Clínica de fazer Exames médicos e psicotécnicos ,simultaneamente prestava serviços para o Instituto IMPAR fazendo pesquisas de campo. Estudava à noite, depois passei em um Concurso pra ser estagiária na Secretaria da Fazenda do Estado de M G! Tive o privilégio de trabalhar com excelentes procuradores pessoas maravilhosas, Dr. Anunciato, Dr. Lincoln e especialmente a querida Procuradora Estadual: Dra. Dalva Penido que muito me ensinou e me ajudou,durante o estágio, até me formar em dezembro de 2000.
Em março de 2001 realizei a prova da O A B. Como foram duas etapas, fui inscrita na OAB, em julho de 2001, quando “algo “ me tocou para que eu retornasse para Bambui e aqui fosse advogar. Montei então meu primeiro escritório “na raça” e comecei advogar. Fui muito bem recebida pelos colegas advogados, na época eram poucos advogados militantes. Advogada com escritório particular não tinha, fui pioneira e muito bem aceita na cidade. Depois da saudosa Dr. Dalva que era advogada e foi diretora escolar com brilhante carreira no Magistério, fui a segunda mulher a ser membro da Diretoria da OAB de Bam-bui, fui também Delegada da Caixa de Assistência dos Advogados OAB/MG, trabalhei no SINTRAM -Sindicato dos Trabalhadores Municipais de Divinópolis e da Região Centro Oeste de MG , no SINASEFE- Sindicato Nacional dos Servidores  Federais de Educação Básica , Profissional e Tecnologia Sede Bambui.
Em 2015 fui agraciada com o Titulo “Gente de Expressão de Minas Gerais Profissional Advocacia” em Belo Horizonte. Participei de vários cursos e Conferências. Em 2018 conclui em Uberlândia, o Curso de Direito Sistêmico, primeira turma de Minas Gerais, parceria com a Caixa de Assistência dos advogados de Minas, conheci o significado das “Leis Sistêmicas”, aprendi sobre “Constelações Familiares” e hoje aplico esses conhecimentos na minha vida e em minha profissão.
Atualmente sou com muito orgulho advogada militante na Comarca de Bambuí e região há mais de 20 anos,.
Muito grata a Deus, aos meus pais, aos meus professores, as profissões que exerci antes de ser advogada, em todas o aprendizado foi enorme e hoje todos dias vivencio novas experiências junto de meus clientes a quem tenho profunda devoção”.

 

 

Kênia Mara Lashes Design
 
 
Kênia Mara Faria
 
Um dos objetivos mais comuns da maquiagem é chamar a atenção para os olhos. Os cílios são grande parte desse processo: quanto mais longos, curvados e volumosos, mais destacado fica o olhar. Para ajudar nessa missão, uma série de produtos foram desenvolvidos e fazem toda a diferença – máscaras para cílios dos mais variados tipos, curvex, cílios postiços. Porém, nem sempre temos disponível o tempo ou a paciência necessário para deixar os cílios mais encorpados. E, se seu sonho é acordar todos os dias com cílios longos e volumosos sem precisar de rímel, o alongamento de cílios pode ser uma ótima forma de alcançar o que deseja.
  
 
O alongamento de cílios é um procedimento que promete deixar os cílios mais longos e com mais volume. A diferença é que a técnica tem um resua
 
resultado mais natural, sem deixar aquele “aspecto de maquiagem”, e é mais permanente que qualquer outro produto: o efeito do alongamento dura por semanas, necessitando manutenções.
 
 
 
 
Se você decidiu fazer alongamento de cílios, o primeiro passo é escolher que efeito você busca, o que vai influenciar na escolha do tipo de alongamento: o efeito final é a principal diferença entre os métodos de aplicação. Quanto aos materiais utilizados não há diferenças. O alongamento é feito com fios sintéticos que imitam os cílios naturais, feitos geralmente de materiais leves como seda ou mink. Esses fios são fixados junto aos cílios naturais com uma cola específica para esse procedimento.

Temos vários tipos e formatos, sendo, fio a fio, volume híbrido, volume brasileiro, volume russo e mega volume.
 
 
   
 
Além de alongamento de cílios temos Bronzeamento natural, que estimula a absorção de vitamina D. Produz serotonina. Melhora a autoestima. Diminui fungos e bactérias. Minimiza as dores musculares. Deixa a pele bronzeada e perfeita.
 
 
 

Acordei com saudade da minha vó. De ouvir o barulhinho da bolsa dela, enquanto procurava sua maquiagem preferida. Logo subiu um cheiro gostoso de cor.


Parece que ontem mesmo eu estava diante da minha mãe enquanto fazia maquiagem. Linda.!Meu fascínio pela beleza surgiu ao ver a agilidade de seus dedos. Ela se pintava como uma tela viva. A expressão da feminilidade como força.


Meus longos diálogos se esticaram ainda mais. Agora eu tinha duas irmãs e na porta do mesmo banheiro eu as admirava. Elas contornavam seus lábios. Sorriam como um abraço em mim.


Pisquei. E ali estava minha Dinha. Exótica. Fashionista. Exagerada. Se via alguma cor diferente, logo dizia: é minha.
Intenso foi quando descobri que amava Elora. Artística. Poética. Colorida.


E como a sombra que espalha o seu brilho em seus olhos, nasceu Naya Lua. Nasceu da gente. Brilhante. Iluminada. Intensa.
Com elas, tirei o véu que cobria o instinto. E o ouvi. Me permiti amar. A colorir meus dias. E na primeira oportunidade que tive, pintei meu rosto. Me tornei homem.


Essa é uma homenagem que se estende a todas as mulheres que de maneira direta ou indireta me fizeram ser o homem que sou. Com cores diferentes, vocês pintaram a minha vida e me inspiraram a transcender como ser humano, mas principalmente, como homem.
Esposo, pai, filho, irmão, sobrinho, primo, amigo sou grato pelas horas e horas ouvindo, vendo e partilhando o momento da maquiagem ou de vários outros com vocês.


Tenho certeza de que outros homens, assim como eu, se sentem gratos pela existência de cada uma, de uma maneira muito especial.
Feliz seu dia Mulher!

 Gio Lasmar

                Giordânio Lasmar - @giolasmar
                                                                                                       “Publicitário e comunicador nato. Ama arte, moda
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