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Sex, Ago
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Filme mostra expedição que analisou os impactos das queimadas no cerrado brasileiro e marca o dia nacional do bioma, lembrado em 11 de setembro

Em comemoração ao Dia do Cerrado, 11 de setembro, a Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza lança um documentário com foco na savana mais rica do planeta. “A História depois do Fogo” conta em detalhes a expedição de dez dias realizada em fevereiro deste ano por 12 especialistas da fundação, Universidade Federal de Viçosa, Universidade Federal de Goiás e PUC-Goiás. A ação teve como objetivo avaliar os impactos do fogo que atingiu 85% da área protegida pela Reserva Natural Serra do Tombador, em Cavalcante (GO), em outubro de 2017. Na próxima terça-feira (11), a partir das 8 horas, o filme estará disponível no site e nas páginas do Facebook e do Youtube da fundação.

Nesta época do ano, ocorre o período de seca no Cerrado. Com pouca chuva, a baixa umidade do ar, os ventos fortes e o calor provocam queimadas que se alastram e tornam-se uma ameaça. Após o incêndio do ano passado, a fundação decidiu promover a segunda expedição de biodiversidade na Reserva Natural Serra do Tombador, desta vez com foco no impacto do fogo. “Pesquisas e expedições científicas como essa são de extrema importância para aumentar o conhecimento sobre a biodiversidade da Reserva e do cerrado. Neste caso específico, compreender o impacto do fogo sobre a fauna e a flora a partir de um ‘marco zero’ e realizar estes monitoramentos em longo prazo, vai possibilitar uma melhor compreensão não só dos processos de recolonização da vegetação, como ajuda a entender quais grupos de fauna são mais sensíveis ou mais resistentes a eventos como esse”, afirma Natacha Sobanski, analista de projetos ambientais da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza.

A expedição

Na expedição liderada pelo doutor em Ecologia e membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza Fabiano Melo foram selecionados para estudo grupos específicos de animais que respondem com mais rapidez a distúrbios ambientais como o fogo. Foram escolhidos répteis, anfíbios, pequenos mamíferos não voadores, aves e formigas. Além disso, foi feito um inventário da vegetação nas áreas impactadas e não impactadas pelo fogo com o objetivo de acompanhar a mudança da estrutura e composição da vegetação após queimadas nessas áreas. “Os estudos iniciais feitos na Reserva Natural Serra do Tombador foram focados no inventário da biodiversidade. Agora, com a questão do fogo, estamos incrementando os estudos para aumentar o conhecimento geral da biodiversidade e, particularmente, para tentar entender qual o impacto do fogo sobre essa fauna e flora residentes na Reserva”, descreve Melo.

Compreender os padrões ecológicos desses grupos são cruciais não só para a conservação das espécies, mas de todo o ecossistema em que elas estão inseridas. O monitoramento de longo prazo, a partir dos dados levantados na expedição, possibilitará uma melhor compreensão de como está o restabelecimento do ambiente e do equilíbrio ecológico da reserva a curto, médio e longo prazos. Além disso, os resultados auxiliarão no refinamento das estratégias de prevenção e combate ao fogo no Tombador.

 

Sobre a Fundação Grupo Boticário

A Fundação Grupo Boticário é fruto da inspiração de Miguel Krigsner, fundador de O Boticário e atual presidente do Conselho de Administração do Grupo Boticário. A instituição foi criada em 1990, dois anos antes da Rio-92 ou Cúpula da Terra, evento que foi um marco para a conservação ambiental mundial. A Fundação Grupo Boticário apoia ações de conservação da natureza em todo o Brasil, totalizando mais de 1.500 iniciativas apoiadas financeiramente. Protege 11 mil hectares de Mata Atlântica e Cerrado, por meio da criação e manutenção de duas reservas naturais. Atua para que a conservação da biodiversidade seja priorizada nos negócios e nas políticas públicas, além de contribuir para que a natureza sirva de inspiração ou seja parte da solução para diversos problemas da sociedade. Também promove ações de mobilização, sensibilização e comunicação inovadoras, que aproximam a natureza do cotidiano das pessoas.

Jornal da Canastra Meio Ambiente recebe inscrições para prêmio

Projeto de Jovens Bambuienses  Campeões de Bambuí

Conhecer para preservar, isso é, entender e se conscientizar dos nossos atos, entender o que está acontecendo no meio ambiente, e com isso tudo, começar a fazer pequenas mudanças que podem fazer grandes diferenças para o meio ambiente e o mundo no qual vivemos.

Jornal da Canastra  Meio Ambiente convoca jovens de 15 a 30 anos a participar do prêmio Jovens Campeões de Bambuí que reconhecerá soluções criativas para os problemas ambientais mais urgentes de  nossa querida Bambuí

A Direção do Jornal da Canastra  escolherá 03 jovens   vencedores, que receberão  o maior apoio   para implementar seus projetos. Ganhadores também terão treinamento personalizado por uma empresa

Prazo:  02   de    Junho

 

O jornal da Canastra  Meio Ambiente convoca jovens de 18 a 30 anos a participar do prêmio:  Projetos Jovens Bambuienses Campeões de Bambuí , que reconhecerão soluções criativas para os problemas ambientais mais urgentes de nossa querida Bambuí

. A competição escolherá 03 vencedores, que receberão apoio  financeiro e divulgação para implementar seus projetos. Ganhadores também terão treinamento personalizado e outros

Este é o  primeiro  ano em que a direção Jornal da Canastra  Meio Ambiente promoverá  a premiação.

Os vencedores serão  escolhidos com a preocupação de que o grupo de  "Projetos Jovens Campeões da Bambuí" represente  a nossa querida  Bambuí

O título de  "Projetos Jovens Campeões de Bambuí"  é  um prêmio concedida a pessoas jovens. Os vitoriosos receberão publicidade  regional para suas iniciativas.

Com o apoio técnico e financeiro oferecido pela premiação, o Jornal da Canastra  Meio Ambiente     espera ajudar jovens a transformar seus projetos em soluções realizáveis e reais, que podem inspirar outros indivíduos a se engajar na proteção de nossa querida Bambuí .disse a  jornalista  ,Nancy Gonçalves Dias

 “Ao aproveitarmos  essas criatividades, poderemos descobrir novas maneiras de pensar e novas possibilidades para um futuro sustentável em nossa querida Bambuí

. Os jovens são os líderes do presente, não apenas do amanhã. São a chave para alcançar uma Bambuí , verde e sem poluição”, acrescentou  a jornalista

Os jovens ambientalistas interessados em participar da competição devem enviar suas ideias,isto é , o seu único  projeto  até 2 de junho  ( apenas um projeto para cada jovem)    por meio  do  e-mail ; Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

Para informações à imprensa, contatar:

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Minas Gerais é reconhecido como a caixa d’água do Brasil, em função do volume expressivo de seus recursos hídricos e a criação intensiva de peixes se apresenta como boa alternativa para geração de emprego e renda. Para impulsionar a atividade no estado, o Governo de Minas Gerais soma esforços para agilizar a tramitação do licenciamento dos piscicultores no estado.

Este é o objetivo do “Treinamento sobre Regularização Ambiental de Atividades Aquícolas em Minas Gerais”, que começa nesta terça-feira (27) no município de Moeda (Território Metropolitano) e tem programação prevista até a quinta-feira (1º de março). Promovido em parceria pelas Secretarias de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) e de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) e pela Secretaria Especial de Agricultura Familiar e Desenvolvimento Agrário do governo federal, o encontro vai reunir para capacitação, nesta primeira etapa, 45 técnicos do sistema estadual do meio ambiente.

Segundo a Diretora de Aquicultura da Secretaria de Agricultura Ana Carolina Euler, nestas oficinas serão abordadas as características da piscicultura mineira e o potencial da atividade para a construção coletiva de uma instrução de serviço unificada que vai nortear o licenciamento aquícola em Minas. “Nosso principal objetivo é unificar o entendimento e buscar a padronização na análise e aprovação dos processos de regularização ambiental da atividade em todas as superintendências regionais de meio ambiente. Também queremos reduzir o percentual de informalidade na piscicultura, uma vez que ela penaliza o pequeno produtor, na medida em que impede o acesso às políticas públicas de fomento e estimula a perpetuação da exclusão social dos agricultores familiares”, afirma.

Etapas

Além desta capacitação para os técnicos do Sisema, o plano de trabalho prevê, ainda, a capacitação de 60 extensionistas da Emater-MG, a realização de mutirões de regularização de 150 piscicultores familiares dos principais polos produtores do estado, além da compra de equipamentos e veículos. O investimento previsto para a execução do projeto é de R$ 197,5 mil reais e as ações se estenderão até o final do ano.

A piscicultura em Minas

De acordo com o IBGE, Minas Gerais tem produção aproximada de 33 mil toneladas/ano de peixes e ocupa o 6º lugar no ranking nacional. A Tilápia é a espécie mais cultivada e responde por 94% dos peixes produzidos para corte. 

Em relação à piscicultura ornamental, o estado ocupa o primeiro lugar, com destaque para a região da Zona da Mata, que produz cerca de 70% dos peixes ornamentais que abastecem o mercado nacional. Ainda segundo o instituto de pesquisa, o setor teve um crescimento de 61% nos últimos anos.

A Emater-MG estima que existem cerca de 4,6 mil piscicultores no estado, a maioria formada por agricultores familiares.

Ascom/Seapa

 

Outorga de direito de uso dos recursos hídricos

A Outorga é o instrumento legal que assegura ao usuário o direito de utilizar os recursos hídricos, no entanto, essa autorização não dá ao usuário a propriedade de água, mas, sim, o direito de seu uso. Portanto, a outorga poderá ser suspensa, parcial ou totalmente, em casos extremos de escassez, de não cumprimento pelo outorgado dos termos de outorga, por necessidade premente de se atenderem aos usos prioritários e de interesse coletivo, dentre em outras hipóteses previstas na legislação vigente.

Cadastro de Uso Insignificante

Algumas captações de águas superficiais e/ou subterrâneas, bem como acumulações e estão sujeitas à outorga, sendo passível de Cadastro de Uso Insignificante.
Para as UPGRHs - SF6, SF7, SF8, SF9, SF10, JQ1, JQ2, JQ3, PA1, MU1, Rio Jucurucu e Rio Itanhem, são consideradas como usos insignificantes, as captações e derivações de águas superficiais com vazão máxima de 0,5 litro/segundo e acumulações em volume máximo de 3.000 m³. Para o restante do estado, são consideradas como usos insignificantes, as captações e derivações de águas superficiais menores ou iguais a 1 litro/segundo e acumulações de volume máximo igual a 5.000 m³. No caso de captações subterrâneas, tais como, poços manuais, surgências e cisternas, são consideradas como insignificantes aquelas com volume menor ou igual a 10 m3/dia, de acordo com DN CERH MG 09/2004. 

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