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Sex, Jul
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"A Noruega não é aquela que mata baleia lá em cima, no Polo Norte, não? Que explora petróleo também lá? Não tem nada a oferecer para nós. Pega a grana e ajuda a (chanceler alemã) Angela Merkel a reflorestar a Alemanha."

Foi assim que o presidente Jair Bolsonaro respondeu a uma pergunta sobre a decisão do governo norueguês de congelar os repasses ao Fundo Amazônia. O valor bloqueado chega a 300 milhões de coroas norueguesas (cerca de R$ 134 milhões). A Noruega é a maior financiadora do programa, destinado a ações de preservação ambiental e combate ao desmatamento.

De fato, a Noruega autoriza a caça comercial de baleias – ao lado da Islândia e do Japão, são os únicos países do mundo que ainda permitem a prática (o Japão autorizou oficialmente a caça apenas com objetivos "de pesquisa científica" nos últimos 30 anos, mas em junho voltou atrás na decisão e reautorizou a atividade).

As justificativas do Japão para liberar a caça de baleias após 30 anos de proibição
Ondas de frio também são indícios de aquecimento global, mostra pesquisa

Isso apesar da moratória internacional estabelecida em 1986 pela Comissão Baleeira Internacional (CBI).

Mas a prática, ainda que controversa e muito criticada por ambientalistas, é legal e sujeita a regras rígidas. Apenas um tipo de baleia, a minke, pode ser caçado. O animal tampouco é considerado uma espécie em perigo de extinção: de acordo com estatísticas oficiais, há 100 mil baleias minke nas águas do país. A Noruega reintroduziu a caça em 1993.

Mas Bolsonaro tem razão? Como funciona a caça de baleias na Noruega?

Mesmo autorizada pelo governo norueguês, a tradição de longa data vem perdendo força. Nos últimos anos, o número de baleias caçadas caiu, embora as cotas de caça tenham sido aumentadas pelo Ministério de Pesca do país.

No ano passado, por exemplo, a cota era de 1.278 baleias. Mas somente 454 foram efetivamente caçadas, um pequeno aumento em relação a 2017. Segundo o governo, essa cota é baseada em cálculos do comitê de ciência da Comissão Internacional de Caça de Baleias (IWC, na sigla em inglês), que garante a caça sustentável das baleias minke.

Parte da carne dessas baleias é vendida ou transformada em ração animal. Seu principal destino é o Japão, onde é considerada uma iguaria.

Há também cada vez menos interesse na atividade. Em 1950, 350 barcos se dedicavam à caça do mamífero na Noruega. No ano passado, contudo, apenas 11 baleeiras foram ao mar.

Pescadores dizem não conseguir alcançar as cotas anuais por causa da falta de capacidade das usinas de processamento de carne de baleia e do alto preço do combustível. As baleias se encontram em águas cada vez mais frias, se distanciando da costa do país, por causa do aquecimento global.

Segundo ambientalistas, outro fator que explica o declínio é o menor apetite dos consumidores.

"Somos contra a caça comercial de baleias em qualquer lugar do mundo. Ficamos satisfeitos que até Bolsonaro se oponha à caça de baleias e à exploração de petróleo no Ártico. Mas é absurdo ele usar o que acha que a Noruega deveria fazer melhor como desculpa para não fazer a coisa certa na Amazônia", diz à BBC News Brasil Frode Pleym, chefe do Greenpeace na Noruega.
Crise climática

"Com ou sem caça às baleias, estamos passando por uma crise climática. Bolsonaro e outros líderes mundiais têm que agir como líderes para enfrentá-la. Assim como a Noruega tem que parar com a exploração do petróleo no Ártico, Bolsonaro tem que impedir o desmatamento da Amazônia", acrescenta.
Direito de imagem AFP
Image caption "A Noruega não é aquela que mata baleia lá em cima, no Polo Norte, não?", disse Bolsonaro

O IWC classifica a caça de baleias na Noruega de "desumana", uma vez que não proporciona "a morte sem dor, estresse ou sofrimento perceptível para o animal".
Brasil

Os barcos pesqueiros noruegueses matam as baleias com arpões equipados com granadas na ponta, uma invenção do século 19. Após penetrar no corpo do mamífero, o arpão libera ganchos, como um guarda-chuva, permitindo que o animal seja içado por um guindaste até a embarcação.

Mas o processo é lento e as baleias agonizam durante horas. "Quando a granada explode, provoca imenso trauma físico da baleia", diz a ONG Animal Welfare Institute, sediada nos EUA.

A caça às baleias foi proibida no Brasil por decreto em 1986. Em 2007, o Brasil se juntou a outros 30 países em um grande protesto diplomático contra a caça promovida pelo Japão.

 

 

Precisamos falar sobre a Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima que tem chance de ser sediada no Brasil no ano que vem: a COP25. Precisamos falar mais. Precisamos falar sobre a Conferência que tem grande possibilidade de ser realizada em Foz do Iguaçu, a terceira cidade que mais recebe turistas no País e um dos mais belos cenários naturais do mundo. Receber a COP traz ao Brasil e ao Paraná oportunidades que não podem ser ignoradas.

Sim. Organizar um evento global como esse envolve custos. Algo entre R$ 400 milhões e R$ 600 milhões. Contudo, talvez seja o melhor momento para mostrarmos para o mundo que o Brasil está sim preocupado com o meio ambiente e com a questão climática. Afinal, uma COP reúne cerca de 40 mil pessoas, entre diplomatas, cientistas, empresários, ONGs e pessoas interessadas dos mais diversos países.

Se isso ocorrer, será a oportunidade de o Brasil, de uma vez por todas, liderar as discussões globais de sustentabilidade. Além disso, dar o recado para o País inteiro e para outras nações que podemos e seremos o maior produtor mundial de alimentos com o grande diferencial da sustentabilidade, promovendo uma agricultura de baixo carbono. Como anfitrião da COP, o Brasil terá de mostrar que realmente fará a diferença e investirá nessa estratégia. De forma tímida, isso já ocorre nos nossos campos. Temos chances de dar mais vazão ao Plano ABC, que financia produções de baixo carbono e já tem recursos previstos no Plano Safra.

O Paraná e o novo executivo estadual podem surfar nesta onda, chamando a atenção do mundo. É um dos maiores produtores de grãos do Brasil. Nos anos 70 e 80, era conhecido internacionalmente pela excelência em práticas agrícolas sustentáveis, como cultivo mínimo e plantio direto. O estado tem tudo para ser o líder nacional da agricultura de baixo carbono, usando inclusive recursos federais do Plano Safra.

Embora Salvador e Rio de Janeiro estejam se mobilizando para receber a COP25, Foz do Iguaçu é a melhor opção. Além de estar preparada para receber grandes públicos, com rede hoteleira consolidada e visitors bureau estabelecido, a cidade da tríplice fronteira pode envolver os “vizinhos” Paraguai e Argentina na organização e tem grande chance de ter apoio financeiro da Itaipu Binacional.

Ao mesmo tempo, a COP25 no Brasil exigirá decisão importante do Governo Federal – não apenas sinalizar se receberemos ou não o evento. Normalmente, um dos ministros do país-sede é quem preside a Conferência. Esse representante terá o desafio de conduzir os países na negociação para finalizar as regras do Acordo de Paris, pois, a partir de 2020, os países terão de começar a implementar suas medidas para reduzir a emissão se gases de efeito estufa. Para isso, o ministro deve entender do tema e as pastas mais alinhadas com a pauta seriam Relações Exteriores, Meio Ambiente ou Ciência e Tecnologia.

Se o Brasil optar por não realizar a COP25, corre o risco de transparecer que não será a liderança em sustentabilidade global que todos esperam. O relógio está girando. Temos poucas semanas para definir isso tudo. A COP24 será realizada na Polônia no próximo mês e, lá, os diplomatas brasileiros terão de confirmar a realização da próxima Conferência no Brasil, sinalizando a cidade-sede. Torcemos que este comunicado venha leve o nome da cidade das cataratas.

                                                                    André Ferretti*

 

Os Diretórios Acadêmicos dos Cursos de Engenharia Florestal e Direito, a Florestal Jr e o Museu da UFV convidam para o lançamento do livro “A proteção das florestas naturais à luz do Direito Ambiental Internacional e da Constituição brasileira: Serão capazes de salvar a Floresta Amazônica?”, publicado pelo Núcleo de Altos Estudos Amazônicos (NAEA) da Universidade Federal do Pará, de autoria do Prof. Edson Carvalho, Doutor em Direito e Agronomia.

 

Os presentes receberão um exemplar em formato Ebook. Serão sorteados um exemplar físico do livro e 10 Agendas 21 do Brasil.

 

Local: Auditório da Engenharia Florestal, 21/09/2018, 18:30

 

O livro analisa criticamente a tutela florestal no âmbito do Direito Ambiental Internacional e do sistema jurídico brasileiro e propõe soluções para aumentar a eficácia do controle do desmatamento. A obra inicia apresentando visão panorâmica sobre a situação florestal no contexto global e sua relevância para o planeta e a humanidade. Descreve o regime jurídico das florestas no âmbito das Convenções da biodiversidade, do clima e da desertificação. Aborda a célere redução da superfície florestal global e brasileira e seus impactos ambientais negativos. Analisa o marco normativo, institucional e programático da governança florestal brasileira. Analisa, criticamente, a eficácia da proteção jurídica das florestas naturais na esfera da governança ambiental brasileira em áreas protegidas e imóveis agrários privados. Estuda as causas diretas e subjacentes do desmatamento e da degradação florestal, especialmente na Amazônia. Ao final, aborda a viabilidade da adoção da política de desmatamento zero no contexto do REDD+. O livro destina-se a estudantes, professores, pesquisadores, técnicos de órgãos ambientais, membros de ONGs, ambientalistas e profissionais do Direito, da Biologia, das Engenharias Florestal, Agronômica, Agrícola e Ambiental. A obra é resultado de demorado e extensivo estudo, resultante de consulta à literatura nacional e internacional e da experiência profissional do Autor, que trabalhou por 18 anos na Amazônia.

 

 

Autores do livro: Renata Campos , pesquisadora da Unvi de Viçosa ,Dr. Alysson Paoilinelli , ex-ministro da Agricultura , o professor Antônio Borges Júnior ,e o professor Rildo Araújo Leite  mhomenageando Dr, Alysson Paolinelli

 

Aconteceu dia 10/09/2018, no IFMG , Campus Bambuí ,às 19 horas o lançamento do Livro “Perspectivas para a Agropecuária Sustentável

Estiveram presentes várias autoridades, amigos , familiares  e alunos  que foram prestigiar o  o professor Antônio Borges

Primeiramente deu-se a composição da mesa e logo após,  a execução  do Hino Nacional
 Após a execução do Hino Nacional , o vice-diretor Mário Luiz Viana Alvarenga do IFMG-Campus Bambuí  saudou  todos os presentes!

 Em seguida aconteceu a excelente  palestra proferida pelo   ex-ministro Aiysson Paolinelli que fez uma retrospectiva da revolução da agricultura  pela qual ela   vem  passando nestes  ùtlimos cinquenta anos

 
O  professor Antônio Borges Júnior, do IFG Campus Anápolis, que é um dos organizadores do livro " “Perspectivas para a Agropecuária Sustentável", lançado na noite do dia 15/08/2018 durante o 6º Simpósio Goiano de Logística em Anápolis.
A obra tratada questão da produtividade da agropecuária tendo como enfoque principal a sustentabilidade ambiental.

 

Além de Antônio Borges, a organização leva a assinatura de Renata Cássia Campos ( da UFV) e Rildo Araújo Leite (do IFNMG).


O livro reúne 28 capítulos cujos autores são pesquisadores da Embrapa, Institutos federais, Universidades e também instituições da Colômbia, Alemanha e Estados Unidos. A publicação foi traduzida para o espanhol.
Em 01/01 / 2019, o livro deverá ser lançado na Universidad de Manizales, da Colômbia.


Participação do IFGA Anápólis - Há três capítulos desenvolvidos por membros da comunidade acadêmica do IFG de Anápolis. O organizador Antônio Borges Júnior é também autor do capítulo intitulado Comportamento dos consumidores de produtos orgânicos em Anápolis. O professor Alessandro Silva de Oliveira assina, juntamente com os alunos: Larissa Rodrigues Batista, Yasmine Batista Queiroz, Estefânia Silva Rocha, Dayane Cláudia Ambrósio e Marcos Vinícius Cardoso Souza, o estudo "A educação popular em um caso de larga contaminação de agricultores no uso de agrotóxicos". O professor Alessandro também é coautor do capítulo "Bio-disponibilidade de elementos traço em solo", escrito em parceria com pesquisadores de outras instituições, a saber: Regina de Carvalho Oliveira Machado, Marina Neves Delgado e Giani Mariza Bärwald Böhn.
Parabéns professor Antônio Borges e professores pelo lançamento dolivro1
Que venham outros !

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