07
Sex, Ago
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Eu estava de férias e não queria nem pensar em ver coisas tristes durante minha viagem à Berlim.

Enfim resolvi a fazer o passeio juntamente com os colegas de viagem para conhecer o Campo de Concentração Sachsenhausen perto de Berlim, guiada por Assunta, uma chilena muito inteligente e comunicativa.

Infelizmente foi uma das experiências mais emocionantes que tive na Alemanha. É um memorial em um antigo campo de concentração que existiu bem próximo a Berlin. O Sachsenhausen foi um lugar de muito sofrimento. Passar por seus portões dá um nó na garganta. Ao andar por ali, notei um clima de muita tristeza! O local foi campo de concentração no período do Nazismo e depois foi usado pelos soviéticos para o mesmo fim.

Antes de chegar no portão principal há várias fotos expostas no muro até a entrada principal.

Outra exposição que não deverá deixar de ser vista, já dentro do campo, salas especiais de materiais, fotos dos judeus presos e também dos guardas nazistas e dos trabalhos realizados ali e como viviam, naquela época.

Banheiros do campo

Uma que me chamou atenção foi que a montagem de fotos de propaganda nazista, onde prisioneiros e guardas se divertem juntos. Tudo armado para que o mundo não soubessem das barbaridades ali cometidas O governo alemão tentou esconder tamanha barbaridade até no momento quando as tropas aliadas ali estiveram e descobriram as atrocidades cometidas. Visitamos alguns dos dormitórios com beliches, vasos sanitários e as salas das “clínicas” que eram usadas para os experimentos nazistas. E também os fornos onde os corpos eram queimados...

 Sachsenhausen foi um campo de concentração na Alemanha, que esteve ativo desde meados de 1936 a abril 1945. Recebeu este nome, devido à região onde se localizava. Sachsenhausen fazia parte da cidade de Oranienburg em Brandenburgo. De agosto de 1945 até por volta de 1950 Sachsenhausen serviu como acampamento especial soviético. Foi a primeira de uma série de instalações construídas pelos nazis, para confinar ou liquidar em massa opositores políticos, judeus, ciganos, homossexuais, testemunhas de Jeová, e, posteriormente, milhares de prisioneiros de guerra.

A jornalista , e a guia chilena, Assunta, foi  qume nos guiou e nos deu uma excelente aula sobre a história do campo de concentração

 

 

Autor: redação, JCanastra.com.br

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